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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Mulher tenta enganar amante do marido a tomar droga abortiva


Kisha Jones, de 40 anos, declarou-se como culpada da acusação de ter tentado abortar o filho da amante do seu marido.

Ela agora pode ser condenada a 4 anos de prisão.

A srª Jones telefonou à Monique Hunter, fingindo ser funcionária clínica, e disse que ela precisava de tomar uma droga chamada Cytocec.

Jones então falsificou uma receita e enviou-a à farmácia local (ao cuidado de Monique Hunter).

A srª Hunter tomou a droga, o que induziu-a a entrar em trabalho de parto prematuro mas não matou o bebé.

Mais tarde ela deu à luz um bebé saudável.

-Fonte-


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

"Eu tinha apenas 17 anos"


Os 27 anos de Alicia e a sua jovialidade escondem um sofrimento atroz. Aos 17 anos, fez um aborto, coagida e intimidada pelo companheiro. Reconhece agora que se deixou levar por ele em tudo, e arrepende-se profundamente de ter perdido voluntariamente um filho.

Naquela altura, eu tinha apenas 17 anos. O meu companheiro tinha mais alguns, várias relações anteriores e um filho pequeno que mimava em tudo. Reconheço que, para aquela criança, o Carlos era um bom pai. Eu estava verdadeiramente apaixonada e nunca tinha estado com outra pessoa.

Para ele, a relação não era clara e decidimos viver juntos para solucionar isso, mas não serviu de nada. O Carlos só me usava para fazer amor e eu era incapaz de me aperceber disso. Fazia tudo o que ele me pedia. Qualquer que fosse a hora a que ligasse, eu ia sempre. E, numa dessas noites, fiquei grávida. A sua reacção foi instantânea:

Acaba com isso, tu não vais ser capaz de criá-lo.
Ele tinha um bom emprego, um bom ordenado e uma vivenda acabada de estrear. E eu não tinha nada.
Se o tiveres, tiro-to.
Imagino que foi por ver a minha cara de medo que tentou adocicar com carícias o que dissera. Explicou-me ternamente que eu era demasiado jovem para ser mãe, e eu acreditei nele. Além disso, ofereceu-se para pagar e resolver tudo.

Fizeram-me o aborto numa clínica privada. Era tudo muito frio, incluindo as pessoas que me atenderam. Fizeram-me uma ecografia que não me deixaram ver.
- É uma gestação de três meses. É preciso fazê-lo depressa, porque depois será mais caro… – diziam.

Repetiram muitas vezes a palavra “rápido” E assim foi tudo. Senti que se me descolava o estômago.
- Sabemos que isto é o melhor, a única coisa que podes fazer… -tranquilizavam-me.

Lembro-me de tudo porque a anestesia foi local. Assim, era mais barato. Não sei se durou muito ou pouco tempo. Sei que no fim assinei um papel em que declarava que saía da clínica pelo meu próprio pé e sem sangrar. Mas não era verdade: o penso que me deram ia ensopado em sangue quando chamaram um táxi para me levar de regresso a casa. Não me lembro de mais nada. Ou talvez não queira lembrar-me…

Embora as más sensações não tenham desaparecido, parece-me tudo muito distante. Tudo mudou, desde então. Hoje sou mãe de uma menina, tenho outro companheiro e sou feliz. Não guardo rancor ao Carlos, continuo inclusivamente a considerá-lo meu amigo. Mas o que sei é que nunca mais me entregarei a um homem daquela maneira.

Nunca tinha falado do meu aborto e alegra-me que possa ser útil a alguém. Só espero que mais ninguém passe pela mesma dor sem sentido por que eu passei. O aborto é uma coisa muito má para qualquer mulher e a minha experiência é totalmente negativa, tal como a de muitas mulheres que sofrem discriminação de género por esta via.

O aborto é uma forma de instrumentalização da mulher: usam-nos a nós e aos nossos filhos. Não há direito que os pais se descartem assim do fruto da sua concepção. Não há direito ao aborto.

(In “Eu abortei – Testemunhos de abortos provocados”, de Sara Martín Garcia, Editora Principia)
Nota da autora: A minha participação neste livro consistiu em compilar e ordenar estes testemunhos, dando-lhes a forma de histórias e uma unidade. Todos eles são reais, embora, na maioria dos casos, os nomes utilizados sejam fictícios, para proteger a privacidade dos autores.

Fonte

domingo, 12 de junho de 2011

O terrorismo dos aborcionistas

Para além de terem as suas mãos cobertas do sangue dos milhões de bebés inocentes que são diariamente esquartejados, sugados, desmembrados e quimicamente assassinados quando ainda se encontram no útero materno, os militantes aborcionistas acrescentam à sua lista de pecados o assassínio de seres humanos adultos por razões como recusa em levar avante um aborto, ou pelo facto das vítimas correctamente defenderem que a humanidade começa na concepção, e não aos 3 meses de gravidez (ou em qualquer outro ponto arbitrário que o lobby pró-matança subjectivamente define como o ponto a partir do qual se "começa" a ser um ser humano).

O terrorismo aborcionista tem uma longa e trágica história mas por uma questão de brevidade, vão ser listados apenas alguns incidentes. Convém lembrar que a pior violência é aquela que é dirigida aos seres humanos frágeis, indefesos e inocentes que vivem no útero.

  • Em 1998 o aborcionista Byron Looper era candidato nas eleições locais e tinha como adversário o Senador estadual pró-vida Tommy Burks. Looper atirou contra Burks no olho esquerdo do mesmo (com uma arma de alto calibre) quando este se preparava para levar crianças escolares a uma passeio de carroça.

    Depois do assassínio, Looper vangloriou-se junto de seus amigos dizendo "Consegui, pá! Consegui! Matei o gajo!"

  • Em 2001, em Oklahoma City, o aborcionista John Baxter Hamilton estrangulou a sua própria mulher, agrediu-lhe na cabeça com um objecto suficientemente forte para abrir um buraco na sua cabeça. Depois agarrou na cabeça da esposa e bateu com ela no chão da casa de banho repetidas vezes.
  • Em 2007 Alfonso Price exigiu que a sua namorada levasse a cabo um aborto. Ela recusou-se uma vez que ansiava dar à luz a sua pequena filha - a quem ela já havia dado o nome de "Precious".

    Depois de haver esperado até que ela estivesse 8 meses grávida, Price, com a ajuda de 2 amigos seus, atacou-a selvaticamente com um murro na cara, lançou-a ao chão, pisou-lhe o estômago como forma de matar o bebé. Enquanto lhe agredia, o aborcionista Price gritava:

    "Sua p---! Deverias ter feito o aborto! Agora o teu bebé vai morrer!"

    Kerria recuperou das lesões mas o bebé morreu com uma fractura no crânio como resultado do ataque. Price, que já tinha um registo policial longo, foi apanhado duas semanas depois do assassínio e foi condenado por assassínio agravado.

  • Em 1995 o pró-aborto Lavern Ward matou Debra Evans, de 28 anos, e a sua filha, Samantha, 10 anos. Depois disto, cortou o bebé de útero de Debra Evan. Posteriormente, raptou o filho dela, Joshua de 7 anos, e mais tarde esfaqueou-o até à morte. Este aborcionista foi condenado a 3 instâncias de homicídio em primeiro grau.
  • Em 1996, o pró-aborto de 29 anos Mark Boyd contratou um assassino profissional para matar a sua namorada de 15 anos (Kyunia Taylor) enquanto ela se dirigia para casa no autocarro escolar. O bebé da Kyunia, com o nome de Diamond, nasceu 3 meses prematuro e morreu 23 dias depois do assassínio de Kyunia.
  • Em 1993, em Huntsville, Alabama, a activista pró-aborto Eileen Orstein Janezic matou o activista pró-vida, ministro/pastor e apresentador de rádio Jerry Simon. Depois de matar através duma janela da sua casa, ela, usando uma pistola, manteve a polícia afastada enquanto recitava passagens da "bíblia" satânica de Anton LaVey.
  • Em 1998, em Jackson, Mississippi, o aborcionista Malachi Dehenre, o aborcionista-mor da "New Women's Clinic" (abortuário) assassinou a sua própria esposa, Nyesha, que trabalhava com ele.
  • Em 1998 o júri considerou o pró-aborto Alfred E. Smith culpado do assassínio da sua ex-namorada Deena Moody. Smith matou a Deena porque ela se recusou a abortar a crianças que carregava no útero.
  • Em 1994, um júri declarou a aborcionista Alicia Ruiz Hanna culpada do assassínio de Angela Sanchez, uma mãe de quatro. Angela morreu no abortuário de Santa Ana e a aborcionista tentou esconder o corpo na bagageira do seu carro sem se aperceber que os filhos de Angela observavam tudo a partir da sala de espera da "clínica".
  • Em 1989 um juiz sentenciou o aborcionista Milos Klvana a 53 anos de cadeia depois do júri o declarar culpado da morte de 8 bebés já nascidos.
  • Em 1983 O aborcionista de El Paso Raymond Showery assassinou um bebé já nascido que sobreviveu a um dos seus abortos. Mais tarde o mesmo aborcionista foi acusado de assassínio depois de um aborto que correu mal e que causou a morte de Mickey Apodaca.
  • Em 1997, Kevin Robinson, de 38 anos, assassinou Daphne Sulk, de 15 anos, depois de a ter engravidado e esta se ter recusado a levar a cabo um aborto como forma de esconder o abuso infantil.
  • Em 2002 Matthew John Wiedeman e o seu amigo Raymond Anthony Soto assassinaram a Stephanie Nicole Burnett, de 16 anos, esfaqueando-a repetidamente e espancando-a até à morte porque Wiedeman pensava que ela estava grávida e ela havia recusado fazer um aborto. O médico legista disse:

    "Acho que é um dos assassínios mais grotescos que alguma vez vi".


Para uma lista mais extensa dos assassínios levados a cabos por aborcionistas, cliquem aqui.

sábado, 7 de maio de 2011

Homem aponta arma a namorada e diz: "Ou fazes um aborto seguro, raro e legal ou mato-te!"

Homem do Ohio que empunhou uma arma e tentou forçar a sua namorada a matar o bebé que ela trazia no ventre declarou-se culpado das acusações de tentativa de homicídio em relação ao filho de ambos.

Dominic L. Holt-Reid, um estudante universitário de 28 anos e pai de seis, foi acusado segundo uma lei de 1996 que define a terminação ilegal de uma gravidez como um assassínio. Os procuradores alegam que Yolanda Burgess, a namorada de 26 de Holt-Reid, inicialmente concordou em "terminar a gravidez" (matar o seu próprio filho) quando já estava 3 meses grávida.

Mas quando a Yolanda mudou de vontade no dia em que o assassinato do bebé ia ser levado a cabo, Holt-Reid, um criminoso que estava em liberdade condicional devido a uma condenação anterior (relacionado a drogas), alegadamente tirou para fora uma arma e forçou-a a conduzir até ao matadouro mais próximo. Ele acompanhou-a até ao interior com a arma escondida no cinto.

No entanto, a Yolanda conseguiu passar um papel aos empregados da "clínica" alertando-os para o que se estava a desenrolar. Eles chamaram a polícia e prenderam Holt-Reid.

Entretanto, Yolanda já deu à luz a criança.

Para além das acusações de tentativa de homicídio, Holt-Reid declarou-se culpado em relação às acusações de sequestro e posse de armas. Ele pode vir a ser condenado a 20 anos de prisão e pagar mais $35,000 em multas se for condenado em Junho próximo.

Fonte


Feministas como a like Robyn Marty fazem pouco das declarações de pessoas como o Republicano Rep. Glenn Gruenhagen por este afirmar o óbvio: alguns homens com "uma visão pervertida das mulheres" usam o aborto como forma explorarão. No entanto, não é difícil observar que Glenn Gruenhagen está correcto.

O aborto é uma violência (terminal) contra o ser humano que se encontra no ventre materno mas também uma práctica demoníaca que escraviza as mulheres.

O lobby feminista - que não se preocupa com a saúde das mulheres mas sim em formas de usar as mulheres para avançar com a sua visão marxista para a sociedade - não tem resposta para o facto do aborto ser um acto de violência contra as mulheres.

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