Mostrar mensagens com a etiqueta Associação de Planeamento Familiar (aborcionistas). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Associação de Planeamento Familiar (aborcionistas). Mostrar todas as mensagens

sábado, 10 de setembro de 2011

É hora de investigar a Federação de Planejamento Familiar

1 de setembro de 2011 (Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — Uma menina de treze anos — vamos chamá-la de Karen — era uma mocinha comum que adorava jogar futebol. Mas sua vida deu uma virada horrível quando seu treinador de futebol a seduziu e engravidou. Sem o conhecimento dos pais de Karen, o treinador levou Karen para uma clínica da Federação de Planejamento Familiar em Ohio e pagou pelo aborto dela. As funcionárias da clínica não fizeram nenhuma pergunta, apesar do fato de que Karen mal havia acabado de sair da infância.
O treinador foi posteriormente condenado por violência sexual e enviado para a prisão. Mas conforme [a entidade pró-vida] Americanos Unidos pela Vida observou recentemente, o caso indica que as clínicas da Federação de Planejamento Familiar têm muita disposição de “serem parceiras perfeitas daqueles que desejam abusar sexualmente e tirar vantagem de meninas novas”.
Americanos Unidos pela Vida recentemente publicou um relatório intitulado “Razões para se Investigar a Federação de Planejamento Familiar”. O relatório conta em detalhes casos horríveis que explodiram nos noticiários em anos recentes: funcionárias da Federação de Planejamento Familiar ajudando cafetões e traficantes sexuais; enganando mulheres sobre os perigos do aborto; recusando obedecer às leis de notificação aos pais; e usando indevidamente milhões de dólares do dinheiro dos contribuintes do imposto de renda.
Pior de tudo é a evidência de que a Federação de Planejamento Familiar comete negligência ao não comunicar os abusos sexuais contra crianças. Em vez disso, conforme comentou Americanos Unidos pela Vida, as clínicas da Federação de Planejamento Familiar “aconselham menores e seus abusadores como driblar as leis que ordenam denunciar [abusos]”, que é a razão por que Americanos Unidos pela Vida usa o termo “os parceiros perfeitos”, já que a Federação de Planejamento Familiar trabalha com aqueles que estão realmente usando e explorando “meninas novas”.
Americanos Unidos pela Vida recomenda que o Congresso conduza uma investigação integral da gigantesca empresa de aborto. Concordo — já passou muito da hora. Mas precisamos também perguntar a nós mesmos o motivo por que a Federação de Planejamento Familiar se tornou tal força negativa. Pois bem, no final das contas tudo se resume à cosmovisão.
A visão secular moderna promove a ideia de total autonomia sexual até mesmo para meninas novas — que elas têm um direito à atividade sexual — e deveriam ser incentivadas a se envolver em sexo logo que se sentirem “prontas”, independente de sua idade e condição conjugal. Essa opinião diz que até mesmo as meninas mais novas precisam ter liberdade de terem tratamento para doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e até terem abortos propositados sem o conhecimento de seus pais.
Em contraste, a visão bíblica ensina que o sexo precisa ser reservado para o casamento, e que as meninas novas precisam ser protegidas daqueles que querem tirar vantagem da inocência delas. É por isso que os israelitas antigos protegiam com muito cuidado as mulheres solteiras novas, incentivando modéstia no modo de se vestir e se comportar.
Eles sabiam que sem essa proteção, homens inescrupulosos tirariam vantagem delas. As mesmas proteções formavam parte de praticamente todas as outras culturas — proteções que foram eliminadas durante a última metade do século de liberação sexual.
A pergunta é: Qual visão se alinha mais intimamente com a realidade? Milhões de abortos e nascimentos fora do casamento, um de cada quatro adolescentes com uma DST, adolescentes atraídos de forma enganadora à prostituição forçada, esses problemas dão a resposta preocupante. Meninas novas precisam de proteção daqueles que querem explorá-las.
Por isso, sim, peça aos seus legisladores que investiguem a Federação de Planejamento Familiar. Mas precisamos também ensinar nossos filhos a lição de cosmovisão por trás da exploração trágica das filhas de nossa nação — exploração praticada primeiro por homens, e então pelas mulheres famintas de lucros da Federação de Planejamento Familiar.
Publicado com a permissão de Breakpoint.org
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Grupo aborcionista português encontra resistência à sua indoutrinação

A resistência que os pais responsáveis tem feito ao "kit" que faz parte da "educação sexual" promovida pelos esquerdistas está a deixar algumas pessoas nervosas. Supostamente os pais agora já nem tem o direito de educar os seus próprios filhos segundo os seus valores morais; temos que colocar as crianças nas mãos de associações que lucram com o aborto.

Os kits construídos pela associação aborcionista Associação de Planeamento Familiar (APF) está a gerar polémica uma vez que muitos pais não aprovam que tal conteúdo seja exposto aos seus filhos. Segundo uma fonte, "o Ministério da Educação esclareceu que os materiais eram apenas de apoio aos professores e técnicos de saúde e não para utilização de alunos." Mesmo assim, os pais disseram "Não, obrigado".

Pois bem, isto não agrada a alguns. Uma dessas pessoas que não está nada contente que os pais tenham prioridade no que toca à educação sexual dos seus próprios filhos e a Ana Matos Pires. Ela escreve que:

Apesar disso não deixa de ser grave e profundamente estúpido o modo como a educação para a saúde sexual continua a ser tratada e as dúvidas avolumam-se no meu espírito à medida que vou lendo artigos como este e este.
Avaliando a forma como a Ana fala, não parecem haver muitas "dúvidas" no seu espírito: aqueles que resistem à sua versão de "educação sexual" são uns "proibicionistas" (seja lá o que isso for).

Para além disso, o termo "saúde sexual" é muito vago. Quem é que define o que é "saúde sexual"? Serão as empresas que lucram com a promiscuidade sexual como a AFP? A Ana também não diz.

Para que diabo serve (também) a escola se não para ajudar na formação do carácter?
A Ana não diz qual é o "carácter" que ele tem em mente com este tipo de "educação sexual". Além disso formação de carácter não envolve nada do que a AFP tenta forçar nas escolas, uma vez que para a AFP "formação de carácter" envolve seguir comportamentos que nós sabemos serem auto-destrutivos (promiscuidade, homossexualidade, etc). Mas para a Ana nada disso importa. Quem resiste é um "proibicionista".
Que legalidade tem esta posição proibicionistas de alguns encarregados de educação que, para além do mais, viola os interesses dos jovens à informação?
Reparem no que ela está a tentar lançar no debate: "Será LEGAL um pai proibir o seu filho de receber educação sexual duma organização que lucra com a promiscuidade?" Ou seja, para a Ana, um pai que proíba a sua filha de assistir a aulas onde se indoutrinam os jovens com a tese de que a homossexualidade é normal pode estar a cometer um acto ILEGAL.

Vejam só como as coisas avançam, e vejam só até onde os esquerdistas podem chegar para tomar controle de filhos alheios.

Segundo, como é que ela sabe quais são os interesses dos jovens no que toca à informação sexual? Sabe ela melhor do que os próprios pais da criança?

Em que consistirá uma justificação fundamentada da falta à actividade lectiva?
A justificação fundamentada dos pais no que toca à ESTA versão de "educação sexual" é simples: não querem que as escolas indoutrinem os seus próprios filhos com teorias e ideologias sexuais com as quais eles não estão de acordo. Não é difícil de entender, Ana.

Segundo, quando ela diz "falta a actividade lectiva" o que ela deve querer dizer "falta às aulas de indoutrinação sexual". Ela aparentemente quer passar a imagem de pais que proíbem os filhos de adquirir genuíno conhecimento, mas não é isso que se passa. O que se passa é que os pais não concordam com a versão de educação sexual que os aborcionistas querem impor às crianças.

Cabecinhas sujas, estas, caramba.
Sim, quando alguém se opõem à indoutrinação sexual que parte de organizações que lucram com a promiscuidade, elas são "cabecinhas sujas". Mas organizações que escondem as suas más motivações por trás de frases vazias de significado como "educação sexual", então essas sim, já são cabecinhas limpinhas.

Senhora Ana, a César o que é de César. Como diz um site, "Uma coisa é explicar o aparelho reprodutor. Outra é falar da sexualidade, de afectos, e de modelos de família em que se incluem pessoas do mesmo sexo. Esta formação de valores compete aos pais, não à escola".

Deixe o trabalho de ensinar às crianças qual é o modelo de família funcional aos pais. Deixe de tentar usar o sistema de ensino par avançar com ideologias e comportamentos auto-destrutivos. Em suma, deixa de chamar de "sujos", "estúpidos" e "burros" os próprios pais das crianças apenas e só porque elas não concordam com a SUA versão de "educação sexual".




Vejam também este post do Orlando Braga.

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...