terça-feira, 20 de agosto de 2013

A arbitrariedade abortófila

Na teoria, « a vida humana é inviolável » Artigo 24ª da Constituição. Na prática,  a vida humana é violável:

        
 Até às 10 semanas por vontade da mulher:                           Até às 16 semanas em caso de violação:                                                


 Até às 24 semanas em caso de deficiência:                        Até às 36 semanas se dado como inviável:


           

Jamais algum iluminado defensor do infanticídio intra-uterino, por norma auto-designados representantes do pensamento científico, racional e crítico, apresentou uma prova que demonstrasse que alguém apenas se torna humano dois meses e meio após ter sido concebido, quatro se tiver sido concebido num estupro, seis se for deficiente, ou nunca se, a qualquer momento da gestação ( até aos 9 meses da gravidez), alguém o classificar como "inviável" ( com poucas hipóteses de sobreviver). Esta arbitrariedade explica-se porque todas as leis pro-aborto partem de um único fundamento: a vontade de matar.

Prometheo Liberto: PROCESSO INFANTICIDA EM CURSO

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