segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Defensores do utilitarismo são mais propensos à psicopatia

Um estudo levado a cabo por Daniel Bartels (Columbia Business School, Marketing) e David Pizarro (Cornell University, Psicologia) verificou que pessoas que suportam acções consistentes com a ética do utilitarismo - a ideologia que defende que a acção moral mais acertada é aquela que produz, no global, melhores consequências - tendem a possuir traços de personalidade maquiavélicos e psicopatas.

Bartels e Pizarro descobriram um conexão muito forte entre respostas utilitárias a estes dilemas (ex, aprovar a matança de pessoas inocentes como forma de salvar outras) e estilos de personalidade psicóticos, maquiavélicos ou que tendiam a olhar para a vida como algo sem sentido.


E assim temos a conexão científica entre as pessoas que advogam a métrica moral baseada na "felicidade" e no "sofrimento" com aquelas que advogam a matança de pessoas pelo simples facto de possuírem crenças perigosas (Sam Harris e toda a esquerdaria que se associa ao movimento neo-ateísta) ou pelo simples facto de produzir "mais felicidade" a terceiros (o lucrativo negócio da matança de seres humanos intra-uterinos).

Portanto, segundo a ciência, neo-ateísmo » psicopatia, e aborcionismo » psicopatia.

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