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sábado, 11 de fevereiro de 2012

O problema do "centro político", por Orlando Braga


(...)

« O que significa a procura do centro político?

Por exemplo, quando a esquerda radical começou a defender a legalização do “casamento” gay para depois poder ter acesso às crianças através da adopção, o centro político institui o PACS francês, a união-civil em Inglaterra, ou a união-de-facto em Portugal, que substituíam o casamento para os gays. Portanto, o “centro político” é sinal de “compromisso político”.

Porém, à medida que a esquerda radicaliza, mais e mais, as suas posições, o tal “centro político” vai desviando a sua posição relativa em direcção à esquerda radical, e ficamos confrontados com a situação de vermos hoje o partido conservador britânico de David Cameron defender o “casamento” gay. E, ainda assim, os centristas continuam convencidos de que estão no centro…

Podemos imaginar um cenário que não é inverosímil a médio/longo prazo: o Bloco de Esquerda poderá passar a defender as ideias do “eticista” Peter Singer (*) do “direito” da mãe matar o filho recém-nascido, ou seja, defender a descriminalização do infanticídio até à idade de um ano da criança. Podemos constatar aqui uma radicalização política com efeitos éticos objectivos — como aliás aconteceu com a descriminalização e posterior legalização do aborto. Qual seria a posição “centrista” e politicamente sincrética, nestas circunstâncias de radicalização política esquerdista?

Provavelmente, o “centro político” reagiria às propostas radicais da legalização do infanticídio do Bloco de Esquerda mediante a comutação da pena de prisão da mãe assassina, ou seja, a infanticida apanharia apenas pena suspensa: é uma solução centrista, sincrética e de compromisso com os radicais de esquerda. E, através do “progresso da opinião pública”, poderíamos ver, então, até o CDS/PP a defender a ideia de que a mãe assassina merece a nossa compaixão e que não deveria ser condenada a pena de prisão.

A existência do “centro político” baseado em um paradigma político sincrético e maçónico, e não baseado em princípios éticos escorados em valores, tem como consequência o invariável resvalar desse “centro político”, e ao longo das gerações, em direcção às posições mais radicais. Neste sentido, o “centro político” é apenas um instrumento da estratégia de acção política radical entendida a médio e/ou longo prazo.»

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« Serias capaz de matar um bebé deficiente ? »  Peter Singer responde SIM a esta pergunta. Este infanticida militante também defende que a aceitação social da zoofilia ( sexo entre humanos e animais) seja a próxima etapa depois da aceitação social da homossexualidade. Quem tem filhos ou familiares a frequentar aulas de filosofia no ensino secundário deve estar atento. Entre a "elite" académica portuguesa ( esquerdista, anticristã e autora de livros escolares de introdução à filosofia) Peter Singer é bastante popular e respeitado enquanto teórico de "como devemos viver

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Defensores do utilitarismo são mais propensos à psicopatia

Um estudo levado a cabo por Daniel Bartels (Columbia Business School, Marketing) e David Pizarro (Cornell University, Psicologia) verificou que pessoas que suportam acções consistentes com a ética do utilitarismo - a ideologia que defende que a acção moral mais acertada é aquela que produz, no global, melhores consequências - tendem a possuir traços de personalidade maquiavélicos e psicopatas.

Bartels e Pizarro descobriram um conexão muito forte entre respostas utilitárias a estes dilemas (ex, aprovar a matança de pessoas inocentes como forma de salvar outras) e estilos de personalidade psicóticos, maquiavélicos ou que tendiam a olhar para a vida como algo sem sentido.


E assim temos a conexão científica entre as pessoas que advogam a métrica moral baseada na "felicidade" e no "sofrimento" com aquelas que advogam a matança de pessoas pelo simples facto de possuírem crenças perigosas (Sam Harris e toda a esquerdaria que se associa ao movimento neo-ateísta) ou pelo simples facto de produzir "mais felicidade" a terceiros (o lucrativo negócio da matança de seres humanos intra-uterinos).

Portanto, segundo a ciência, neo-ateísmo » psicopatia, e aborcionismo » psicopatia.

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