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sábado, 15 de dezembro de 2012

A lei “consensual”

Aborcionistas portuguesas tentam influenciar a política irlandesa?

Mentiras comuns:
“E em segundo lugar, que nós temos memória de um país em que um episódio como este era possível. E, portanto, a carta não tem um intuito acusatório, mas antes um intuito construtivo”

Na carta, entregue ao embaixador Declan O’Donavan, as 28 deputadas lembram que até 1984 o aborto era proibido em Portugal e que nesse ano passou a ser permitido, mas apenas em circunstâncias excepcionais.

“O aborto clandestino e a morte das mulheres daí derivada continuaram. (…) Como consequência dessa situação, o aborto foi, durante todos estes anos, a primeira causa de morte materna”, lê-se no mesmo texto.

 Após a legislação de 2007, que passou a permitir o aborto por opção da mulher até às 10 semanas de gravidez, “não há qualquer registo de morte de mulheres na sequência de um aborto”, sublinham as deputadas.

A deputada explicou que só mulheres assinaram a carta por uma “questão simbólica”. 
Além disso, é uma lei “consensual”, não havendo “propriamente um movimento aceso contra a legislação” e “nenhum partido propõe a sua revogação”.
O que estas deputadas querem exportar para a Irlanda é isto.

Como se isso não fosse suficientemente mau, nós temos evidências de que a saúde da mulher irlandesa é superior à saúde das mulheres do resto da europa onde o aborto é "legal" PRECISAMENTE porque as irlandesas não abortam.

Disto se infere que a Isabel Moreira, e as mulheres que se juntaram a ela como forma de dar apoio a matança, ou são mentirosas, ou ignorantes (ou ambas). Quem defende o aborto, para além de defender uma práctica que mata bebés inocentes, não tem em vista o bem estar físico e emocional da mulher, mas sim outros fins.

"Direito humano"




segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Projecto de lei pró-matança rejeitado na Irlanda



A Câmara dos Representantes do Parlamento da Irlanda rechaçou hoje um projecto de lei a favor do aborto apresentado pelo Partido Socialista, que pretendia legalizar esta prática anti-vida em caso de risco para a saúde da mãe.

Conforme assinala a agência Efe, a decisão foi tomada após dois dias de debate depois do qual se votou por impedir a norma.

Antes da votação, a autora do projecto, a deputada socialista Clare Daly, insistiu aos legisladores a "não esperar outros seis meses" para tratar este tema porque este atraso, disse, poderia "ter trágicas consequências" para algumas mulheres como "aconteceu com Savita Halappanavar".

O caso de Savita Halappanavar foi manipulado pelos promotores do aborto que dizem que sua morte, ocorrida no dia 28 de Outubro deste ano, aconteceu porque no Hospital Universitário de Galway não quiseram fazer-lhe o aborto.

Ela ingressou no Hospital Universitário de Galway em 20 de Outubro, afligida por fortes dores nas costas. Ao pouco tempo os médicos indicaram-lhe que estava sofrendo um aborto espontâneo.

A mulher pediu que lhe fizessem um aborto, mas os médicos indicaram-lhe que não realizariam esse procedimento até que o coração do bebê deixasse de bater. Em 24 de Outubro, a criança morreu e seu corpo foi retirado. Quatro dias depois, a mãe faleceu vítima de septicemia.

O Life Institute divulgou a manobra orquestrada pelos abortistas na Irlanda, ao planejar a difusão nos meios e a pressão política do trágico final da jovem.

A porta-voz do Life Institute, Niamh Uí Bhriain, revelou que tem em seu poder uma cópia de um correio eletrónico, na qual se evidencia que os abortistas conheciam o caso antes que este chegasse aos meios de comunicação, e "de forma muito desagradável (o) descreveram como uma ‘notícia importante para os meios’".

O correio, com data de 11 de Novembro e remetido pela organização abortista Irish Choice Network (ICN), assegura que "uma notícia importante com relação ao aborto aparecerá nos meios de comunicação no início desta semana".

Por sua parte, MaterCare International assinalou que "com excepção do caso de Savita Halappanavar que foi trágico e fora do comum, a prática da medicina materna na Irlanda foi impecável nas décadas recentes. Irlanda, junto com outros países onde o aborto não está permitido por lei, tem uma das taxas de mortalidade materna mais baixas do mundo".

Irlanda, indicaram, é "um dos lugares mais seguros no mundo para que as mulheres deem à luz a seus filhos. Alterar dramaticamente estas bem-sucedidas práticas médicas para atender aos buliçosos e ignorantes lobistas seria um erro".

Os médicos católicos afirmaram que as críticas feitas pelo lobby abortista contra a Igreja "junto com um esforço organizado pelos grupos de pressão tratam de tirar proveito desta perda com o fim de mudar a Constituição da Irlanda para que permita o aborto livre".

A morte de Savita Halappanavar sublinharam, "é uma trágica perda", entretanto "não deve ser aproveitado pelos defensores do aborto a fim de promover sua própria ideologia e agenda política".

Os médicos católicos asseguraram que "se realmente desejamos salvar as vidas das mulheres que morrem durante o parto, devemos respeitar seus direitos como mães e brindar-lhes um cuidado compassivo e especializado".


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