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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Electricista Católico desempregado recusa-se a trabalhar para a industria da matança aborcionista

Tim com sua esposa Nicole e seus filhos August e Adeline RoachTim com sua esposa Nicole e seus filhos August e Adeline Roach

ACI

O jornal The Catholic Spirit da Arquidiocese de Minneapolis, nos Estados Unidos, destacou o testemunho de um electricista católico que, apesar de estar desempregado desde julho de 2009, rejeitou uma suculenta oferta de trabalho na construção de uma clínica abortista da rede Planned Parenthood.

Em meados de fevereiro, Tim Roach, que tem dois filhos pequenos, recebeu uma ligação do sindicato local sobre uma oferta de trabalho. “Não podia chegar em um momento melhor. Os benefícios por desemprego de Tim estão por acabar. Não podia acreditar que estavam oferecendo um trabalho por um prazo de onze meses com um salário anual de 65 000 a 70 000 dólares”, contou o eletricista ao periódico.

Tim pensou que o emprego era perfeito mas logo recebeu a má notícia. Tratava-se de uma posição na construção da nova clínica da Planned Parenthood( Clinica abortista ) na avenida University da cidade de St. Paul.

“Ele (o representante do sindicato) não estava realmente seguro de que iam praticar abortos ali. O rapaz evitou o ponto, acredito, para buscar me atrair e que eu dissesse sim. Mas, me disse a mim mesmo: ‘Espere um minuto. É uma da Planned Parenthood’”, a maior rede de clínicas abortistas do mundo.

O eletricista segue desempregado e sem perspectivas imediatas de emprego. Felizmente, sua esposa Nicole, de 37 anos, tem um trabalho a tempo completo em uma escola primária. Embora Tim tenha rejeitado a oferta com prontidão – a conversação Telefônica durou apenas um minuto – Nicole tomou mais tempo para acatar sua decisão, sobre tudo porque ela dirige o orçamento familiar e se ocupou da tensão financeira do desemprego prolongado de Tim.

“O primeiro que queria fazer era justificar (aceitar o trabalho)”, mas logo percebeu que não era “só uma clínica”.

“Em todo este processo, nossa fé se aprofundou. Sentimo-nos como se isto fosse uma prova para nossa fé. Escolhemos manter nossa fé”, afirma Nicole e assegura estar impressionada pela reação do seu marido.

“Ele tem essa formação moral que o faz reconhecer imediatamente que isto não é o correto”, afirma.

A história de Tim chegou por correio eletrônico ao Padre Erik Lundgren, vice-pároco da paróquia Divina Misericórdia, que Tim freqüenta, e a incorporou em uma de suas homilias.

“Pensei que é um exemplo inspirador para todos em nossa paróquia, sobre o zelo que é necessário que nós os católicos tenhamos no debate pró-vida, na luta pró-vida”, afirma o sacerdote.

“É inspirador para mim como um sacerdote. Aqui, na Divina Misericórdia, as palavras, ‘Jesus, confio em ti’ escritas na nossa pia batismal, e é disto que se trata tudo isto”, acrescentou.

Conforme afirma The Catholic Spirit, “Tim continua procurando um trabalho. Em última instância, seu objetivo é começar sua própria empresa, mas terá que ganhar e economizar dinheiro para que isto aconteça. Enquanto isso, está disposto a aceitar qualquer trabalho que possa encontrar”.

“Nos últimos seis meses, aprendemos a tomar nossos temores e preocupações e entregá-las a Deus,” diz Nicole, sua esposa. “Sentimo-nos orgulhosos de ser católicos e orgulhosos de tomar uma posição contra o aborto”, acrescentou.


Tão bom ler notícias deste calibre onde Deus dá força a um Cristão para resistir à tentação de colocar os valores de lado e pensar primeiro no dinheiro. É de Cristãos assim que o Cristianismo precisa, e não de pessoas que andam com a etiqueta de "Cristão" mas quando chega a hora de pôr a fé em teste, escolhem os caminhos do inferno.

Que o testemunho deste honrado Cristão, Tim Roach, sirva para inspiração para todos nós que ainda estamos neste mundo, e que diariamente combatemos contra as tribulações, as perseguições e as muitas tentações.

"Portanto, qualquer que Me confessar diante dos homens, Eu o confessarei diante do meu Pai que está nos céus. Mas, qualquer que Me negar diante dos homens, Eu o negarei também diante do Meu Pai que está nos céus."
Mateus 10:32-33

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Mais de 1.300 médicos são objectores de consciência

Mais de 1.300 médicos em Portugal são actualmente objectores de consciência na questão da interrupção voluntária da gravidez (IVG), segundo dados da Ordem dos Médicos (OM).

A questão da objecção de consciência foi suscitada logo que a regulamentação da lei do aborto a pedido da mulher entrou em vigor, em Julho de 2007. Na altura, a OM apontou para a necessidade de um registo dos médicos objectores de consciência, lembrando haver diferentes situações de objecção entre os clínicos: objectores em relação ao aborto a pedido da mulher que não o são, por exemplo, em relação às interrupções de gravidez em caso de violação.

Os dados actuais da OM, de 2011, fornecidos à Lusa apontam para 1.341 clínicos objectores de consciência, sendo 934 médicos de medicina geral e familiar e 407 ginecologistas obstetras.

A OM diz continuar atenta a eventuais casos de objectores de consciência no Serviço Nacional de Saúde, mas que pratiquem IVG no privado, ainda não tendo sido detectado qualquer caso.

A legislação que veio despenalizar o aborto a pedido da mulher até às 10 semanas de gestação estabelece que a objecção de consciência tem de ser manifestada em documento escrito.

Determina ainda que os médicos objectores devem “assegurar o encaminhamento da mulher grávida” que solicitar a IVG para “os serviços competentes dentro dos prazos legais”.

Nos hospitais públicos em que o número de objectores inviabilize a IVG, os estabelecimentos devem garantir que o aborto é realizado, recorrendo à colaboração de unidades públicas ou privadas reconhecidas pelo Estado.

Fonte

terça-feira, 22 de março de 2011

Enfermeira Católica Forçada a Tomar Parte dum Aborto

Para além do aumento exponencial dos impostos, listas de espera, racionamento e o declínio dos serviços médicos oferecidos, o plano médico do Presidente Hussein Obama Junior vai ter coisas como as que são reportadas aqui.

Uma enfermeira alega ter sido forçada a escolher entre seguir as suas convicções religiosas ou perder o seu emprego quando foi ordenada (contra a sua vontade) a dar suporte a um aborto .

Segundo o processo em tribunal, o hospital chegou ao ponto de exagerar a condição da paciente ao afirmar que ela poderia morrer se a enfermeira, uma católica devota, não seguisse as ordens.

A sra Catherina Cenzon-DeCarlo (35 anos) afirmou que a situação "parecia o desenrolar de um filme de horror", e que desde o dia em que ela presenciou o aborto, tem tido pesadelos horrendos.


Aparentemente vamos ser todos obrigados a tomar parte em actos que violam as nossas convicções morais. Será que alguém se admira que tais coisas comecem a acontecer em Portugal?

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Médico multado por recusar realizar uma matança

Afinal a "liberdade de escolha" não se aplica a quem escolhe não matar um bebé inocente.
Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
BOGOTÁ, Colômbia, 13 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Executivo do governo colombiano está buscando revogar a condenação de um médico que recusou realizar um aborto em 2008 numa menina mentalmente incapacitada.
Dr. Germán Arango Rojas diz que só viu a menina uma única vez e recusou fazer o aborto por razões de consciência. Ele foi condenado apesar do fato de que nunca lhe permitiram apresentar uma defesa.
A condenação de Arango Rojas foi sustentada pelos tribunais da província de Caldas, e ele foi multado e suspenso de exercer a medicina.
O caso se tornou público em dias recentes por causa de uma decisão do principal advogado do governo, o procurador, de contestar o veredicto no Tribunal Constitucional, o mesmo tribunal que derrubou as penalidades criminais para o assassinato de bebês em gestação em casos de estupro e deformidade fetal em 2006. Todos os outros abortos continuam a ser penalizados na Colômbia.
O Executivo da Colômbia sob Álvaro Uribe apoiou a decisão do Supremo Tribunal e multou pelo menos um hospital católico por recusar a realizar um aborto. Nesse caso, o médico está sendo defendido, não por causa de sua oposição ao aborto ou mesmo em apoio aos direitos dele de consciência, mas em vez disso porque não permitiram que ele se defendesse.
O procurador Alejandro Ordóñez Maldonado diz que a sentença é “uma violação manifesta dos direitos fundamentais de justiça, igualdade e processo devido” e diz que o médico foi condenado “na teoria”, sem evidência suficiente.
Embora o governo de Uribe tenha mostrado hostilidade ao direito à vida em anos recentes, as ações que estão sendo adotadas na defesa do Dr. Arango Rojas podem refletir uma política nova mais pró-vida no governo de Uribe e na Colômbia como um todo.
Em novembro do ano passado, o Conselho de Estado da Colômbia anulou um decreto do Supremo Tribunal que exige que todos os hospitais mantenham um médico na equipe para realizar abortos. Em dezembro Ordóñez Maldonado também exigiu que a “pílula do dia seguinte” fosse removida dos locais de venda devido a seus efeitos abortivos.
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Colombia's Inspector General Demands Morning-After Pill Be Taken Off Market
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/dec/09120808. html
Colombian Council Suspends Court Decree Forcing Catholic Hospitals to Provide Abortions
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09111114. html
Colombian Government Fines Catholic Hospital for Refusing to Perform Abortion
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/0905121 5.html
Colombia's Attorney General Pushes Catholic Hospitals to Provide Abortions
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/0805120 1.html
Colombian Court Legalizes Abortion – Beachhead for Activists in Latin America
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/may/0605150 3.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10051409
Copyright © LifeSiteNews.com.

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