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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Para Elza Pais (PS), matar bebés inocentes é uma "mudança civilizacional democraticamente introduzida"

A lei do aborto vai voltar a ser discutida na Assembleia da República. O assunto regressa depois de ter sido aprovado um relatório elaborado por uma deputada social-democrata, que acompanha as 5.600 assinaturas da petição da Federação Portuguesa pela Vida, que pede uma avaliação da realidade do aborto no país.

Os partidos da esquerda parlamentar na comissão de saúde já contestaram a nova discussão da lei. A deputada Elza Pais, do PS, deixou fortes críticas à iniciativa dos peticionários que querem ver a lei do aborto novamente discutida.

Uma petição muito insólita e que traduz a não aceitação das mudanças civilizacionais democraticamente introduzidas no nosso país. Por isso, o PS é contra o teor ideológico desta proposta”, disse Elza Pais.

A comunista Paula Santos entende que o relatório sobre a petição foi pouco objectivo e demarcou-se de algumas das referências contidas no texto: “Estas conclusões não são objectivas e muitas delas não correspondem àquilo que é a realidade concreta das condições de vida das mulheres”.

Já a centrista Teresa Caeiro criticou PS e PCP por se oporem a que se discuta a eventual revisão da regulamentação da lei. “Há aqui um ruído ideológico bastante bacoco que demonstra um complexo em relação a esta questão.”

Pelo PSD, o deputado Ricardo Leite defende que parece chegado o momento de promover uma “reflexão profunda, no sentido de proceder a ajustes necessários que assegurem uma justa aplicação da lei e sobretudo que a aplicação da lei seja, de facto, um reflexo real da vontade soberana dos portugueses em referendo, o que nem sempre se verifica na prática”.

A petição aguarda agora um agendamento para que seja discutida na Assembleia da República.

Fonte

quarta-feira, 22 de junho de 2011

A alegria de Assunção Esteves

A alegria abortista invadiu o parlamento. Para felicitar a nova presidente da Assembleia da República, a bancada do Bloco de Esquerda, pela voz do humanista Luís Fazenda, não encontrou melhor motivo do que louvar  Assunção Esteves por esta ter apoiado a legalização da matança de seres humanos há quatro anos. Elogio ao qual Assunção Esteves respondeu com um sorriso cheio de ternura. 
A mesquinhez desta gente é revoltante. Não só legalizam a execução e financiamento público desse acto criminoso, como não perdem uma oportunidade de se elogiarem uns aos outros em público por o terem feito. Não se cansam de lembrar a sua conquista. Mesmo nos acontecimentos ( supostamente) mais solenes, os quais não têm por finalidade discutir o aborto e nos quais participam pessoas que são contra a legalização dessa injustiça contra os mais fracos. Eleita uma nova presidente do parlamento, não podiam deixar de lhe elogiar uma característica fundamental que a habilita especialmente para o cargo: apoiou a legalização disto.

«Luís Fazenda lembrou à câmara aquilo que os deputados do CDS - e alguns do PSD - talvez preferissem esquecer: "No último referendo que a sociedade portuguesa teve, esteve do lado do futuro". Tradução: Assunção Esteves votou pelo sim à despenalização do aborto.»

[ O video encontra-se no final do artigo:
 http://aeiou.expresso.pt/gen.plp=stories&op=view&fokey=ex.stories/657082 ]

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Já anteriormente, a nova presidente da Assembleia da República tinha adjectivado a sua alegria pelo exercício do cargo como "cristã". Pormenor que o nosso amigo Joaquim comentou neste texto, que reproduzo abaixo:

«Ouvi alguns excertos do discurso da recém-eleita Presidente da Assembleia da República, e pelo meio das suas palavras, ouvi-a falar na “alegria cristã”.

Fiquei obviamente feliz com tal expressão, e "pensei com os meus botões" que talvez houvesse alguém em lugar tão importante, que fosse defensor dos valores cristãos que enformam o povo Português, que fosse alguém defensor da vida.

Como, “palavras, leva-as o vento”, fui à procura da posição da referida senhora sobre alguns temas, nomeadamente o aborto.

E para meu espanto, ou talvez não, Assunção Esteves foi das poucas deputadas do PSD, (ao que pude averiguar), que defendeu intransigentemente o sim no referendo ao aborto.

Como é que uma mulher inteligente e culta, (segundo afirmam), se permite utilizar uma expressão de tão rico e imenso conteúdo, como é a “alegria cristã”, e ao mesmo tempo ser a favor de algo que é totalmente contra a Doutrina cristã?

Ou será que a senhora julga que Jesus Cristo é pró-aborto?

É que aqui nem está em causa o ser ou não católico.
Basta afirmar-se cristão, para indubitavelmente se ser contra o aborto.
E aqui não há duas opiniões, mas apenas esta, que é a verdadeira.

Já agora, se utilizou a expressão como mera figura de retórica, também de alguma forma enganou aqueles que a ouviram, porque não se pode falar de “alegria cristã”, sem se saber o que é ser cristão e viver como cristão.

É bonito, fica bem, proferir tal frase, mas ela não tem qualquer sentido vindo de alguém que é a favor do aborto.

É que a expressão “alegria cristã” tem um conteúdo imenso, mas bastava apenas um, para a frase já não ter sentido na boca de alguém que apoia o aborto.

É que a “alegria cristã” se baseia, é intrínseca, à vida!
A vida criada por Deus em cada ser único e irrepetível, desde a sua concepção, até à sua morte.

E neste sentido, ao falarmos em “alegria cristã”, não interessam opiniões, nem suposições, como por exemplo, sobre quando começa a vida, mas apenas e só a verdade que cada cristão deve acreditar e professar, que a vida é dom de Deus desde a sua concepção até à morte, (e até para além da morte), e como tal, só a Deus pertence, sendo assim inviolável seja por quem for, e sejam quais forem os motivos ou razões que se quiserem encontrar.

Resumindo, a expressão “alegria cristã” na boca da nova Presidente da Assembleia da República não tem qualquer sentido, o que não invalida que ela possa ser uma pessoa competente “politicamente” para o cargo para que foi eleita, mas que se deve coibir de utilizar expressões “religiosas” que podem induzir em erro aqueles que a ouvem e podem acreditar que a senhora professa a fé cristã, em que afinal, pelos vistos, não acredita, porque a ela se opõe. »

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