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segunda-feira, 23 de abril de 2012

O equívoco de Paulo Macedo e a decisão política por trás do aborto subsidiado

Fonte
No final de um encontro onde o ministro falou sobre “O Futuro do Sistema de Saúde Português”, um advogado presente na plateia questionou Paulo Macedo sobre as suas intenções quanto à actual lei da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG).

O referendo resultou favorável à despenalização do aborto. O Estado tem promovido o aborto pagando a IVG. São 100 milhões de euros de despesa total com uma medida que ainda por cima contribui para a diminuição da natalidade. Tenciona alterar este regime ou manter”, questionou.

Paulo Macedo respondeu que essa foi uma decisão política com os custos inerentes à sua tomada e na qual não tenciona mexer.

Não sou favorável a referendos sucessivos. Há um custo significativo, mas Portugal decidiu assim”, afirmou.

O senhor ministro da saúde está equivocado. O que foi decidido em referendo em relação ao aborto foi que a sua prática em determinadas condições deixava de ser crime. Uma decisão que não tem, portanto, nada a ver sequer com o seu ministério.

A decisão política de incluir o aborto no SNS, com particular estatuto de privilégio, e de criar direitos legais às mulheres que abortaram por opção foi uma decisão política livre, tomada pelo governo de então posteriormente ao referendo, decisão tão livre como a que poderia ser tomada por este governo em direcção contrária, se o quisesse fazer e não se estivesse a tentar refugiar em argumentos de ocasião e em estratégias de enganar tolos.

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domingo, 18 de dezembro de 2011

Leis pró-vida irlandesas aumentam a saúde da mulher

Texto original por parte da YouthDefence.ie

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Uma nova reportagem demonstrou que a mulher irlandesa tem beneficiado da nossa proibição do aborto, fazendo uma ligação entre a nossa baixa taxa de aborto com incidências menores de cancro da mama e, comparativamente, melhor saúde mental que outras mulheres.

O estudo, compilado por Patrick Carroll M.A., F.I.A. da "Pensions and Population Research Institute" (PAPRI), comparou os dados estatísticos em torno dos abortos levados a cabo nas mulheres residentes na Irlanda e na Irlanda do Norte no período 1968-2010, com os dados correspondentes da Grã-Bretanha (GB). Posteriormente discutiram-se as implicações para a saúde da mulher.

O sr Carroll disse que:

As leis restritivas em torno ao aborto permitiram que a taxa de natalidade da República da Irlanda e da Irlanda do Norte se tenham mantido a um nível mais elevado que as médias europeias.

Hoje, as taxas de natalidade irlandesas estão próximas dos níveis de substituição [2,1 por mulher] e a Irlandesa beneficia duma população mais jovem e menos dependência da imigração, tal como outros países europeus.

Ele acrescentou ainda que existiam benefícios tanto para as mulheres como para as crianças:
É precisamente devido às baixas taxas de aborto que as mulheres irlandesas demonstram uma menor incidência de condições maternais e infantis conhecidas por "abortion sequelae":

* nados-mortos, nascimentos com peso demasiado baixo quer em nascimentos únicos quer em nascimentos múltiplos, nascimentos prematuros, paralisia cerebral e mortes maternais.

A Irlanda beneficia também de baixa incidência de cancro da mama e comparativamente melhor saúde mental entre as mulheres, bem como uma menor incidência de certas doenças do sistema imunitário, dado para o qual contribui a baixa taxa de abortos.

A liberalização das leis do aborto na Irlanda podem resultar em maiores taxas de aborto e correspondente deterioração destes aspectos que afectam a saúde da mulher.

A Youth Defence foi convidada a comparecer no lançamento da reportagem, em Dublin - que também foi lançada em Belfast.

A porta-voz Rebecca Roughneen concordou com as conclusões do sr Carroll de que a discussão das taxas de nascimentos prematuros, nados-mortos, taxas de suicídio, saúde mental, taxas de cancro da mama e desordens imunológicas todas apontam para a necessidade urgente de examinar de modo mais profundo o impacto que a liberalização das leis do aborto, e o seu impacto adverso, teria na saúde das mulheres.

A reportagem mostra que mais de 100,000 crianças irlandesas teriam sido perdidas para o aborto se a legislação tivesse sido aprovada.

Temos que garantir que as leis pró-vida da Irlanda continuam a proteger as mulheres e os bebés.

Fonte

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Segundo a medicina, quanto menores são as taxas de aborto, maiores são os níveis de saúde da mulher e dos filhos.

Dado isto, porque é que as aborcionistas alegam que o aborto é algo bom para a mulher, quando os dados científicos dizem exactamente o contrário? Será que há algo que as aborcionistas feministas não nos dizem em relação aos seus VERDADEIROS propósitos por trás da promoção da matança de bebés?


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