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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Aborto raro, seguro e legal mata mulher de 29 anos (e o bebé)

Mulher de 29 anos morreu ontem como resultado de complicações fatais sofridas durante o seu aborto (33 semanas de gestação). 

O aborcionista LeRoy Carhart levou a cabo o aborto na Germantown Reproductive Health Center em  Germantown, Maryland.

Segundo informações que o grupo pró-vida "Operation Rescue" disponibilizou para a LifeNews, a mulher entrou nas instalações aborcionistas proveniente dum outro estado, e com planos de fazer um aborto no 3º trimestre.

Os elementos pró-vida locais, que se encontravam em protesto no exterior, viram-na todos os dias até ontem, e descreveram-na como alguém com a aparência "pálida e fraca."

Na Quinta-Feira de manhã a mulher começou a sofrer de dores no peito e outros tipos de desconforto. As tentativas de entrar em contacto com Carhart não foram bem sucedidas. Às 5 da manhã a mulher foi levada pela família do seu hotel para um quarto de emergência dum hospital próximo. 

Os esforços da equipa médica local de entrar em contacto com Carhart ou obter informação adicional por parte da "clínica" aborcionista forma logradas. 

A "Operation Rescue" afirma que a mulher sofreu imenso derramamente interno de sangue na sua cavidade abdominal. Ela entrou numa condição "Code Blue" cerca de seis vezes antes de finalmente socumbir às lesões por volta das 9:30 da manhã.


Assassino

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Chile: o aborto foi proibido e a mortalidade feminina diminuiu

“Research from Chile published a few days ago shows that, when therapeutic abortion was banned in 1989 after a long period when it had been legal in that country, there was no increase in maternal mortality. None at all. On the contrary, maternal deaths continued to decline.

via MercatorNet: Chile study challenges the “safe abortion” myth.

O Chile baniu o aborto terapêutico em 1989 e, desde então, não só não aconteceu um aumento da mortalidade ligada à maternidade, como até baixou o número de mortes de mulheres devido à gravidez.

Recorde-se que o argumento segundo o qual o aborto deveria ser legalizado, é o de que “as mulheres morrem devido ao aborto clandestino”, e que “o aborto ilegal é causa de uma maior mortalidade feminina”.

O exemplo do Chile mostra que depois de o aborto terapêutico ter sido banido por lei em 1989, o número de mulheres mortas em ligação com a maternidade baixou de uma forma consistente, porque os serviços médicos de apoio à maternidade têm vindo a ser melhorados naquele país.

Resumindo:

  • A lei de 1989 que proibiu o aborto no Chile não teve como consequência o aumento de mortes de mulheres em função de problemas ligados à gravidez; pelo contrário, a mortalidade feminina, ligada à gravidez, diminuiu.

  • A ideia politicamente correcta segundo a qual a liberalização do aborto tem como efeito uma maior segurança da Mulher [o conjunto de todas as mulheres], é falaciosa e non sequitur.

  • O Chile, onde o aborto terapêutico é proibido, tem hoje a segunda melhor taxa de mortalidade feminina nas Américas com 16 mortes em 100.000 — logo a seguir ao Canadá com 9 mortes em 100 mil —, e tem uma taxa de fertilidade feminina de 1,9 crianças por mulher, já perto da taxa de reposição populacional de 2,1 filhos por mulher.

  • Mais importante que o aborto legalizado, são os cuidados médicos dedicados e dispensados pelo Estado à maternidade.
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domingo, 18 de dezembro de 2011

Leis pró-vida irlandesas aumentam a saúde da mulher

Texto original por parte da YouthDefence.ie

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Uma nova reportagem demonstrou que a mulher irlandesa tem beneficiado da nossa proibição do aborto, fazendo uma ligação entre a nossa baixa taxa de aborto com incidências menores de cancro da mama e, comparativamente, melhor saúde mental que outras mulheres.

O estudo, compilado por Patrick Carroll M.A., F.I.A. da "Pensions and Population Research Institute" (PAPRI), comparou os dados estatísticos em torno dos abortos levados a cabo nas mulheres residentes na Irlanda e na Irlanda do Norte no período 1968-2010, com os dados correspondentes da Grã-Bretanha (GB). Posteriormente discutiram-se as implicações para a saúde da mulher.

O sr Carroll disse que:

As leis restritivas em torno ao aborto permitiram que a taxa de natalidade da República da Irlanda e da Irlanda do Norte se tenham mantido a um nível mais elevado que as médias europeias.

Hoje, as taxas de natalidade irlandesas estão próximas dos níveis de substituição [2,1 por mulher] e a Irlandesa beneficia duma população mais jovem e menos dependência da imigração, tal como outros países europeus.

Ele acrescentou ainda que existiam benefícios tanto para as mulheres como para as crianças:
É precisamente devido às baixas taxas de aborto que as mulheres irlandesas demonstram uma menor incidência de condições maternais e infantis conhecidas por "abortion sequelae":

* nados-mortos, nascimentos com peso demasiado baixo quer em nascimentos únicos quer em nascimentos múltiplos, nascimentos prematuros, paralisia cerebral e mortes maternais.

A Irlanda beneficia também de baixa incidência de cancro da mama e comparativamente melhor saúde mental entre as mulheres, bem como uma menor incidência de certas doenças do sistema imunitário, dado para o qual contribui a baixa taxa de abortos.

A liberalização das leis do aborto na Irlanda podem resultar em maiores taxas de aborto e correspondente deterioração destes aspectos que afectam a saúde da mulher.

A Youth Defence foi convidada a comparecer no lançamento da reportagem, em Dublin - que também foi lançada em Belfast.

A porta-voz Rebecca Roughneen concordou com as conclusões do sr Carroll de que a discussão das taxas de nascimentos prematuros, nados-mortos, taxas de suicídio, saúde mental, taxas de cancro da mama e desordens imunológicas todas apontam para a necessidade urgente de examinar de modo mais profundo o impacto que a liberalização das leis do aborto, e o seu impacto adverso, teria na saúde das mulheres.

A reportagem mostra que mais de 100,000 crianças irlandesas teriam sido perdidas para o aborto se a legislação tivesse sido aprovada.

Temos que garantir que as leis pró-vida da Irlanda continuam a proteger as mulheres e os bebés.

Fonte

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Segundo a medicina, quanto menores são as taxas de aborto, maiores são os níveis de saúde da mulher e dos filhos.

Dado isto, porque é que as aborcionistas alegam que o aborto é algo bom para a mulher, quando os dados científicos dizem exactamente o contrário? Será que há algo que as aborcionistas feministas não nos dizem em relação aos seus VERDADEIROS propósitos por trás da promoção da matança de bebés?


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