sábado, 1 de dezembro de 2012

A lei do aborto na Irlanda


Por causa da proibição total do aborto, as mulheres irlandeses têm a saúde e a vida em risco?  O aborto pode ser um tratamento para salvar vidas?
Fonte: Life Site News 
Um eminente oncologista, professor e político irlandês afirmou nunca ter encontrado uma situação em que o aborto fosse necessário para salvar a vida de uma mulher. 
O Dr. John Crown, autor de palestras em 40 países e de 150 trabalhos de pesquisa, disse aos seus seguidores no Twitter que durante a sua carreira de médico encontrou algumas decisões difíceis relacionadas com quimioterapia durante a gravidez. No entanto, escreveu, " nunca tive um caso em que o aborto fosse necessário para salvar a vida da mãe" 
O comentário surgiu numa altura crucial para a Irlanda, quando os defensores do aborto lançaram uma campanha mediática para influenciar a opinião pública, alegando que as mulheres não têm direito a tratamentos médicos que lhes salvem as vidas por causa da proibição do aborto. 
Os defensores da actual lei lembram que a  nenhuma grávida da Irlanda foi recusado tratamento médico que, sendo necessário para lhes salvar a vida, pudesse implicar o risco do  efeito indesejado e não-intencional da morte da criança. Esses casos são raros, limitados a gravidezes ectópicas ou cancros durante a gravidez que tenham de ser combatidos com cirurgias ou quimioterapia. 
O aborto, dizem os activistas pro-vida irlandeses, nunca pode ser visto como tratamento médico da mãe quando tem por objectivo matar um ser humano inocente. Os comentários do Dr. Crown reforçam a ideia de outros médicos, segundo os quais o aborto nunca pode ser considerado um tratamento para salvar vidas. 
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Como o leitor pode confirmar no site original, a posição do Dr. Crown sobre a (não) necessidade do aborto para salvar a vida da mãe é relevante já que ele diz não ser "pro-vida" e é conhecido por criticar os que se opõem ao aborto em qualquer fase da gravidez, considerando "extremista" a ideia de um ser humano com poucas células e semanas de vida ter tanto direito à vida como tem um bebé nascido. ( O Dr. Crown defende a ideia absurda de que o direito à vida depende do funcionamento e maturação do sistema nervoso.)

Ao contrário do que é dito na imprensa, a morte de Sativa Halappanavar, aproveitada pelo movimento  abortófilo internacional numa campanha contra a lei da Irlanda, não demonstrou que o aborto é necessário para salvar vidas:


Mais uma vez, a mentira do aborto provocado como "cuidado de saúde" e "tratamento médico" é defendida por aqueles que têm o aborto a pedido, porque sim, como verdadeiro objectivo. Morre uma mulher grávida na Irlanda e ainda antes do hospital concluir um inquérito, os abutres abortófilos já sabem que a mulher morreu por não lhe ter sido feito um aborto. Quando uma mulher morre por causa directa do aborto legal, neste caso executado numa clínica norte-americana da Planned Parenthood, no pasa nada. A saúde das mulheres não poderia interessar menos a esses movimentos

Tonya Reaves, 24, died of hemorrhaging Friday.
Conhece algum jornal ou órgão de informação português que tenha noticiado a morte de Tonya Reaves ?


 Irlanda, no top mundial dos países mais seguros para uma mulher grávida:




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