sábado, 5 de novembro de 2011

"Porque não criar condições de segurança para esquertejar, decapitar, desmembrar, queimar com ácido e sugar o bebé?"

Um contacto do facebook comentou a este artigo com o texto que se encontra a roxo.
Não percebo porque é que se mistura assassinos, monstros, pessoas que dificilmente se pode chamar de seres humanos com a condição de quem não vê outra alternativa a não ser o aborto!!!"
Antes de mais nada, temos que definir o que é um assassino. Um assassino é alguém que tira a vida a um ser humano inocente. Se nos apercebermos que o ser que está no ventre materno é um ser humano, então é perfeitamente aceitável comparar quem mata o ser humano já nascido com quem mata o ser humano ainda por nascer.
Ninguém com o minimo de sensibilidade é a favor do aborto.
Várias pessoas são a favor do esquartejamento, decapitação, desmembramento e queima do bebé que se encontra no ventre materno. É por isso que o aborto (matança de seres humanos inocentes) está a ser feito aos milhares em Portugal, com o teu e o meu dinheiro. Se ninguém fosse a favor do assassínio de bebés, eles não estariam a ser feitos actualmente.

Eu sou contra a matança de seres humanos inocentes, mas o Passos Coelho, tal como o Sócrates, usa o meu dinheiro para matar pessoas.

mas sou a favor das mulheres que em desespero, com falta de amparo, de apoio e de tudo aquilo que uma mulher precisa para gerar vida com o mínimo de condições, sente que não tem alternativa a não ser abortar, o faça com o mínimo de condições de segurança.
Esse é o critério para matar um ser humano? "Estou desesperada, não tenho amparo, não tenho apoio, não tenho condições, e como tal vou matar o bebé" ? Porquê parar aos 3 meses? Porque não alargar o tempo para a interrupção unilateral voluntária da gravidez até aos 9 meses?

E porque não permitir que que a mãe possa matar o filho nos primeiros 3 meses DEPOIS do bebé ter nascido? Afinal, quantas mães não estão "desesperadas, sem amparo, sem apoio, sem condições" mas com uma criança nos braços?

O facto de se criarem "o mínimo de condições de segurança" para matar um ser humano inocente não anula o facto de se estar a . . . . matar um ser humano inocente.

Se os nazis criassem "o mínimo de condições de segurança" para matar os Judeus, será que isso anulava a crueldade do que eles fizeram?

O mesmo se passa com o holocausto inocente que está ser feito aos portugueses mais frágeis de Portugal: os bebés intra-uterinos.

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