domingo, 24 de julho de 2011

O que é que a Bíblia diz em relação ao aborto?

A Bíblia em lugar algum se refere de forma específica ao aborto, no entanto, há numerosos ensinamentos Bíblicos que mostram de forma clara o que Deus pensa em relação a esse tema.
  • Jeremias 1:5 diz-nos que Deus já nos conhece mesmo antes de nos ter formado no ventre materno.
  • Salmo 139:13-16 fala-nos de Deus e do Seu papel activo na nossa criação e formação no ventre.
  • Êxodo 21:22-25 prescreve a mesma pena - a execução - para alguém que cause a morte do bebé que se encontra no ventre, do mesmo modo que se executa quem mata outro homem.

Isto demonstra que Deus considera o bebé no ventre como alguém com o valor dum ser humano adulto. Para o Cristão, portanto, o aborto não é uma questão de "escolha" da mulher, mas sim uma questão de vida ou de morte para o ser humano criado à Imagem de Deus que se encontra no ventre materno (Genesis 1:26-27; 9:6).


Uma das perguntas que o lobby pró-matança faz é "E em caso de violação ou incesto?".

Por mais horrível que que seja ficar grávida como resultado duma violação e/ou incesto, de que forma é que matar o bebé resolve alguma coisa? Dois erros não se transformam numa coisa boa. O bebé é totalmente inocente e como tal não deveria ser punido pelo actos do pai biológico.

(Vejam este texto.)

O segundo argumento é: "E em caso de vida ou de morte?".

Honestamente, esta é uma questão difícil, mas lembre-mo-nos que esta situação é responsável por menos de uma décimo de 1% dos abortos feitos no mundo inteiro. Muitas mais mulheres fazem abortos por conveniência do que fazem abortos (matar o bebé) como forma de salvar a sua própria vida.

Segundo, como Cristãos, nunca nos podemos esquecer que Deus pode fazer milagres quando e onde Ele quiser. Ele pode preservar a vida da mãe e da criança apesar das probabilidades estarem contra eles.

Qualquer casal que se encontre numa situação destas deve orar ao Senhor para ter discernimento (Tiago 1:5) em relação aos passos a tomar.

Mais de 95% dos abortos feitos um pouco por todo o mundo envolvem mulheres que simplesmente não queriam ter o filho. Menos de 5% dos abortos são feitos por motivos como a violação, o incesto ou factores de risco para a mulher.

O aborto nunca deveria ser uma opção mesmo dentro dos 5% restantes. A vida do ser humano no ventre merece que sejam despendidos todos os esforços como forma de a salvar.


Para aqueles que tomaram parte directa ou indirectamente na matança dum bebé (aborto) é importante não esquecer que o Sacrifício do Filho de Deus cobre todos os pecados, desde que a pessoa o peça ao Senhor. Através da fé em Cristo, todos os nossos pecados podem ser perdoados (João 3:16; Romanos 8:1; Colossenses 1:14).

A mulher que já fez um aborto, o homem que encorajou uma mulher a fazê-lo ou mesmo o médico que fez o aborto - todos podem ser perdoados no Nome do Senhor Jesus Cristo.

Modificado a partir do original

sábado, 23 de julho de 2011

David Beckham alvo de críticas por ter 4º filho

Os fanáticos adeptos pelo controle populacional e os ambientalistas radicais mostram mais uma vez a sua irracionalidade e as suas cores totalitárias ao usarem o nascimento do quarto filho do jogador de futebol David Beckham como forma subirem nos seus palanques e apregoarem a sua "moralidade" anti-natalidade..

Simon Ross, esquerdista e director-executivo da "Optimum Population Trust", qualifica a família Beckham de "exemplos muito maus". Ross insiste:

Não faz sentido algum as pessoas tentarem reduzir as suas emissões de carbono mas ao mesmo tempo aumentarem-nas em 100% ao terem outro filho.
Se estas tentativas de se incutir sentimentos de culpa não fossem suficientes, Ross apela a que se alterem os "incentivos" governamentais de modo a encorajar famílias mais pequenas, pese embora os dados demonstrarem que a dimensão das famílias já está em decréscimo em todas as regiões do mundo.

Larry Jacobs , que pertence ao "Congresso Mundial de Famílias", congratulou a família Beckham por terem "oferecido o dom da vida a mais uma criança preciosa":

Ao contrário dos mitos propagados pelos ambientalistas radicais, feministas, secularistas e os socialistas, os dados mostram que o número de crianças continua a decair. De facto, actualmente há menos 6 milhões de crianças (com idade igual ou inferior a 6 anos) do que havia em 1990.

Grupos como o "Optimum Population Trust" fazem o seu jogo suportando-se no medo e na ignorância. A sobre-população é baseada num paradigma dos anos 60 cujo um dos mentores foi Paul Ehrlich com o seu livro “The Population Bomb.”

A população mundial pode estar temporariamente a aumentar mas as taxas de natalidade mundiais caíram na ordem dos 50% desde os anos 60. Hoje, quase metade da população mundial vive em países com taxas de natalidade abaixo das necessárias para uma substituição da população.

Na Europa, o número de crianças com menos de 6 anos caiu em 36% desde 1960. De acordo com a "Nations Population Division", se os números actuais se mantiverem, por volta de 2050 haverá 248 milhões de crianças a menos no mundo com idades abaixo dos 6 anos.

Jacobs avisa:
O grupo “Optimum Population Trust" não terá que se preocupar com as alegadas pegadas de carbono quando não houver pessoas suficientes para manter em funcionamento as sociedades modernas e industrializadas. (Os economistas chamam a estas pessoas de "capital humano").

Jacobs apelou a uma discussão franca das realidades do deserto de natalidade e a importância das famílias. Ele apelou ainda aos órgãos de informação para apresentaram o outro lado da discussão em torno do debate populacional, e mostrar os benefícios sociais de se encorajar a "família natural".

O Congresso Mundial de Famílias patrocinou a primeira cimeira demográfica, “Moscow Demographic Summit: Family and the Future of Humankind” na "Russian State Social University", durante os dias 29 e 30 de Junho último. A cimeira colocou debaixo do mesmo tecto demógrafos, economistas e líderes mundiais como forma de se discutir o eminente inverno demográfico.

Fonte

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Consequências do Aborto na Mulher

Grupo aborcionista português encontra resistência à sua indoutrinação

A resistência que os pais responsáveis tem feito ao "kit" que faz parte da "educação sexual" promovida pelos esquerdistas está a deixar algumas pessoas nervosas. Supostamente os pais agora já nem tem o direito de educar os seus próprios filhos segundo os seus valores morais; temos que colocar as crianças nas mãos de associações que lucram com o aborto.

Os kits construídos pela associação aborcionista Associação de Planeamento Familiar (APF) está a gerar polémica uma vez que muitos pais não aprovam que tal conteúdo seja exposto aos seus filhos. Segundo uma fonte, "o Ministério da Educação esclareceu que os materiais eram apenas de apoio aos professores e técnicos de saúde e não para utilização de alunos." Mesmo assim, os pais disseram "Não, obrigado".

Pois bem, isto não agrada a alguns. Uma dessas pessoas que não está nada contente que os pais tenham prioridade no que toca à educação sexual dos seus próprios filhos e a Ana Matos Pires. Ela escreve que:

Apesar disso não deixa de ser grave e profundamente estúpido o modo como a educação para a saúde sexual continua a ser tratada e as dúvidas avolumam-se no meu espírito à medida que vou lendo artigos como este e este.
Avaliando a forma como a Ana fala, não parecem haver muitas "dúvidas" no seu espírito: aqueles que resistem à sua versão de "educação sexual" são uns "proibicionistas" (seja lá o que isso for).

Para além disso, o termo "saúde sexual" é muito vago. Quem é que define o que é "saúde sexual"? Serão as empresas que lucram com a promiscuidade sexual como a AFP? A Ana também não diz.

Para que diabo serve (também) a escola se não para ajudar na formação do carácter?
A Ana não diz qual é o "carácter" que ele tem em mente com este tipo de "educação sexual". Além disso formação de carácter não envolve nada do que a AFP tenta forçar nas escolas, uma vez que para a AFP "formação de carácter" envolve seguir comportamentos que nós sabemos serem auto-destrutivos (promiscuidade, homossexualidade, etc). Mas para a Ana nada disso importa. Quem resiste é um "proibicionista".
Que legalidade tem esta posição proibicionistas de alguns encarregados de educação que, para além do mais, viola os interesses dos jovens à informação?
Reparem no que ela está a tentar lançar no debate: "Será LEGAL um pai proibir o seu filho de receber educação sexual duma organização que lucra com a promiscuidade?" Ou seja, para a Ana, um pai que proíba a sua filha de assistir a aulas onde se indoutrinam os jovens com a tese de que a homossexualidade é normal pode estar a cometer um acto ILEGAL.

Vejam só como as coisas avançam, e vejam só até onde os esquerdistas podem chegar para tomar controle de filhos alheios.

Segundo, como é que ela sabe quais são os interesses dos jovens no que toca à informação sexual? Sabe ela melhor do que os próprios pais da criança?

Em que consistirá uma justificação fundamentada da falta à actividade lectiva?
A justificação fundamentada dos pais no que toca à ESTA versão de "educação sexual" é simples: não querem que as escolas indoutrinem os seus próprios filhos com teorias e ideologias sexuais com as quais eles não estão de acordo. Não é difícil de entender, Ana.

Segundo, quando ela diz "falta a actividade lectiva" o que ela deve querer dizer "falta às aulas de indoutrinação sexual". Ela aparentemente quer passar a imagem de pais que proíbem os filhos de adquirir genuíno conhecimento, mas não é isso que se passa. O que se passa é que os pais não concordam com a versão de educação sexual que os aborcionistas querem impor às crianças.

Cabecinhas sujas, estas, caramba.
Sim, quando alguém se opõem à indoutrinação sexual que parte de organizações que lucram com a promiscuidade, elas são "cabecinhas sujas". Mas organizações que escondem as suas más motivações por trás de frases vazias de significado como "educação sexual", então essas sim, já são cabecinhas limpinhas.

Senhora Ana, a César o que é de César. Como diz um site, "Uma coisa é explicar o aparelho reprodutor. Outra é falar da sexualidade, de afectos, e de modelos de família em que se incluem pessoas do mesmo sexo. Esta formação de valores compete aos pais, não à escola".

Deixe o trabalho de ensinar às crianças qual é o modelo de família funcional aos pais. Deixe de tentar usar o sistema de ensino par avançar com ideologias e comportamentos auto-destrutivos. Em suma, deixa de chamar de "sujos", "estúpidos" e "burros" os próprios pais das crianças apenas e só porque elas não concordam com a SUA versão de "educação sexual".




Vejam também este post do Orlando Braga.

Aborto é a principal causa de morte entre os afro-americanos

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Aborto em Guatemala

Testemunho da Drª Linda Valencia.

Durante o tempo em que eu era o residente-chefe no hospital, em 2002, o supervisor do turno da noite chamou-me por volta das 10 pm para que eu pudesse operar uma paciente que estava em choque séptico. Ela implorou para que eu não a deixasse morrer.
Doutora, eu fiz um aborto e fi-lo porque tenho sete crianças em casa. Eu não tenho um emprego decente. Eu lavo roupas.
Quando a examinei, vi que as suas pernas se tinham tornado negras. Quando a abri e comecei a operar, havia um mau cheiro como o de um líquido corrosivo. Havia sido injectado líquido corrosivo pela sua vagina para causar um aborto.

Quando acabamos de operar, ela foi levada para o cuidado intensivo. Horas mais tarde ela morreu.

Ela nunca mais abandonou o meu pensamento. Eu quase que posso......sim, eu ainda me lembro da sua face.

(Dr. Linda Valencia, Guatemala Program Officer of Planned Parenthood Federation of America, Al Jazeera Birthrights: Right to Life Guatemala via Abortioneers)

Fonte


Portanto, segundo a Drª Linda, líquido corrosivo foi inserido dentro do corpo duma mulher como forma de matar o bebé que lá se encontrava.

Meu Deus, líquido corrosivo entornado num bebé para o matar ?!

Alguém é capaz de dizer qual é a diferença entre os campos da morte do nacional socialismo e as clínicas da morte do aborcionismo?

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Espanha: onde estão os bebés com síndrome de Down?

A legalização da matança de bebés causa a que crianças que poderiam (ou não) nascer com aquilo que normalmente identificamos com uma doença física sejam mortas estando ainda no ventre materno. Como consequência disso, o número de crianças com deficiências como a síndrome de Down está a diminuir.

Portanto agora temos dois pensamentos demoníacos a trabalhar em sintonia:

  • O desejo de matar seres humanos ("ele foi homicida desde o princípio")
  • O desejo de decidir quem é que deve viver e quem deve morrer ("e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal").
Em Espanha o aborto está a ser usado por motivos semelhantes aos motivos que levaram a nacional socialista criar os campos da morte.

Com a legalização do aborto vem junto a mentalidade eugênica, nos moldes do que foi mostrado no filme Gattaca, Uma Experiência Genética. É inevitável.

Celso Galli Coimbra

__

MADRI, 04 Nov. 10 / 11:51 am (ACI).- O diretor do Escritório de Informação da Conferência Episcopal Espanhola, Isidro Catela Marcos, explicou que o aborto propiciou a “eliminação” de crianças com síndrome de Down na Espanha.

O porta-voz deu estas declarações há poucos dias da visita do Papa Bento XVI a Santiago de Compostela e Barcelona, onde este domingo abençoará a primeira pedra de uma nova residência para atender crianças com síndrome de Down e outras deficiências mentais em Barcelona.

“Sabemos bem que, na atualidade, o número destas pessoas diminuiu notavelmente porque boa parte são eliminadas antes de nascer”, afirmou Catela em roda de imprensa e recordou que o Papa “une sua mão à defesa da vida, de toda a vida, a vida de todos, independentemente de que se tenha menor ou maior capacidade intelectual”.

A nova residência será construída pela Obra Benéfico-Social do Menino Deus, do Arcebispado de Barcelona.

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=20491

terça-feira, 12 de julho de 2011

República Abortista Portuguesa, Parte II

«A Neutralidade favorece o Opressor, nunca a Vítima. O Silêncio encoraja o Torturador, nunca o Torturado.»   Elie Wiesel
Quem defende que a mulher tem o direito de abortar, é a favor do aborto. Confrontado com a questão de se poder ou não fazer isto, o defensor da legalização de abortos defende que se pode. Quem defende que se pode, é um hipócrita quando se quer convencer a si mesmo, e aos outros, de que é contra o aborto. Das duas, uma; ou defendemos que não deve ser permitido abortar a gravidez, ou defendemos que deve ser permitido. Ou somos contra, ou somos a favor.

Ainda assim, há pessoas que defendem que deve ser permitido abortar, e querem ser levadas a sério quando dizem que são contra o aborto. Quem nunca ouviu a idiotice "Eu sou contra o aborto, mas votei SIM no referendo"...

Ao legalizar abortos ( algo que vem acontecendo em Portugal desde 1984), o Estado  toma partido a favor do aborto. Isto é claro como a água. Uma coisa, depende necessariamente da outra.  É por isso que temos situações, como a noticiada abaixo:
«A Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) recomenda aos hospitais públicos que retirem dos gabinetes onde atendem mulheres para interrupção voluntária da gravidez objectos que possam interferir com a escolha das utentes.
 Esta é uma das recomendações que resultou da inspecção realizada no ano passado a 22 estabelecimentos de saúde que realizam abortos por opção da mulher até às 10 semanas de gravidez, que a legislação em vigor há quatro anos veio permitir.
 No relatório da IGAS, é recomendado que objectos alusivos à infância ou do foro religioso sejam removidos dos gabinetes médicos e de apoio psicológico e social onde é prestado atendimento a estas utentes.
 A inspecção diz ainda que as unidades de saúde devem criar um telefone direto para a consulta hospitalar da interrupção voluntária da gravidez (IVG), "facilitando o cumprimento dos prazos legais".
 Deve ainda existir um contacto disponível de um profissional de saúde, em horário útil, para esclarecer possíveis dúvidas "durante todo o processo de IVG, minimizando o recurso desnecessário ao serviço de urgência".
A IGAS diz ainda que a Direção Geral da Saúde deve atualizar a informação disponível na Internet relativamente à consulta de IVG, com indicação dos dias, horários da consulta e profissionais de saúde adstritos.»  ( Diário de Notícias )

Destaquei a negrito aquilo que entendo demonstrar que a decisão não se trata de "não interferir" com a escolha, mas de interferir para que a escolha seja abortar.

Ao criar como REGRA, BANIR e tornar o consultório vazio de temática da infância e religiosa, lá se vai a tão proclamada e suposta neutralidade. O Estado reconhece que as imagens religiosas e relacionadas com crianças podem influenciar as mulheres a não abortar.  Por isso, o Estado  não quer objectos desse tipo nos consultórios. O Estado teme aquilo que teme quem é a favor do aborto. O motivo é simples: o Estado é a favor do aborto.

O Estado não se preocupa em retirar dos consultórios, imagens e publicidade que possam incentivar as mulheres a abortar. Como seja, a informação de onde, quando e como se pode abortar. Pelo contrário, o serviço serve mesmo para isso. Trata-se de uma facilitação do aborto nos prazos legais permitidos. 

Não há possibilidade de neutralidade nesta matéria. Ao legalizar abortos, o passo consequente, e coerente com a posição favorável ao aborto assumida, é promovê-los. 

A mulher fica a saber que o Estado paga o aborto, se ela quiser abortar. A mulher até é informada de que receberá um subsídio de maternidade, caso decida abortar. Tudo isto, sem ser importunada com imagens de crianças ou de cariz religioso...

Não é preciso ser muito inteligente, para compreender qual a decisão que o Estado considera do seu interesse e um dever. Não é a que levará ao nascimento da criança...

Que o Cristianismo, e outras religiões, condena moralmente o aborto, é um facto.  Mas o Estado nem sequer permite objectos religiosos nos consultórios, quanto mais informar as mulheres dessa realidade.

Que abortar implica matar um ser vivo, pelo método de queimar, envenenar, esmagar, despedaçar, decepar, perfurar, decapitar, esventrar e/ou retalhar o corpo desse ser que a grávida carrega  no útero; é outro facto.

Mas o Estado não permite sequer imagens de bebés e crianças vivas, ou qualquer outro tipo de objecto que faça lembrar a infância, quanto mais informar as mulheres de que o resultado do aborto é este:

Este é o objectivo e resultado final de um aborto. O Estado legalizou, financia,  executa e dá um subsídio a quem decide abortar. Esta  informação é 100% rigorosa e verdadeira.

Por favor,  passe a mensagem, sobretudo a senhoras grávidas  a quem o Estado influencia para abortarem os seus filhos.

________________

Conclusão,

Se o Estado quisesse  que as mulheres decidissem de maneira informada, então disponibilizaria e permitiria o maior número de informação possível sobre o aborto.

Mas não é possível ser contra e a favor ao mesmo tempo. Dar a conhecer o que é realmente o aborto, é incompatível com disponibilizar às mulheres informação sobre como podem aceder a um serviço público, intencionalmente criado para abortar. Na prática, a primeira opção implicaria que o Estado tivesse de reconhecer um erro monstruoso, e revogasse totalmente a legislação infanticida que iniciou o seu caminho em 1984. 

Infelizmente, entre as opções de ser contra ou a favor do aborto, que se excluem mutuamente, o Estado decidiu contra os mais fracos.

O Estado Português é a favor, promove e empenha-se na realização de abortos. Na morte de seres humanos inocentes.


*

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Aborto pode levar mulher à depressão e baixa estima pessoal

Além dos problemas políticos, religiosos e físicos, o aborto também pode afetar seriamente a saúde psíquica das mulheres. Em pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP com 120 mulheres que passaram por aborto, mais da metade apresentaram algum nível de depressão e a maioria sofria de baixa a média estima pessoal.

— Esses resultados indicam que as equipes de saúde precisam buscar cada vez mais políticas públicas para prevenção da gravidez indesejada, levando em consideração as dificuldades ao uso de métodos contraceptivos com visão integral à mulher, ou seja, considerando todo seu contexto — diz a enfermeira Mariana Gondim Mariutti Zeferino, autora do estudo.

Ela cita como exemplo a violência familiar, o uso de álcool e drogas, a resistência do parceiro ao uso de métodos contraceptivos de barreira, principalmente quando a mulher tem efeitos colaterais ou contra-indicações aos anticoncepcionais hormonais e submissão ao parceiro.

— E quando a gravidez indesejada acontece, tendo como consequência o aborto induzido, que a equipe possa oferecer assistência qualificada e humanizada e que estimule os profissionais de enfermagem a reconhecer as necessidades de implementar os cuidados e reforçar aspectos resilientes dessas mulheres — alerta a pesquisadora.

O estudo foi realizado entre agosto de 2008 e setembro de 2009, com mulheres internadas em um hospital público do interior do Estado de São Paulo, com diagnóstico de abortamento. Mariana detectou que 57% delas apresentavam sinais indicativos de depressão, sendo que em 33% distimia, ou seja, leve e prolongada, 22% moderada, e em 13% a depressão é grave. Além de depressão, 109 das mulheres apresentaram de média a baixa estima pessoal.

Outros dados

Segundo a enfermeira, estudos anteriores já mostraram que a situação de abortamento pode ter relação com depressão antes e após a ocorrência, mesmo a longo prazo, com diferenças de acordo com a natureza do aborto. Outros dois dados da pesquisa chamaram a atenção da pesquisadora, o fato desses abortos terem sido provocados em 25% dos casos e ainda de 75% dessas mulheres não ter planejado a gravidez, mas mesmo assim não faziam uso de métodos contraceptivos.

A maioria das mulheres do estudo é jovem, solteira e com relacionamento estável, católica, com poucas atividades de lazer, sem fonte de renda própria, sem casa própria, com residência fixa há mais de um ano, não tem problemas de relacionamento e de violência na gravidez. Entretanto, as que tiveram problemas, relataram uso de álcool e drogas na família. Os dados revelaram, ainda, associação entre violência familiar e aborto provocado.

Entre as que apresentaram sinais de depressão, a maioria declarou-se solteira, trabalham, com mais de 40 anos de idade e tem religião. Mariana diz que o fato de muitas dessas mulheres terem parceiro, trabalho, religião, situação financeira estável e apoio familiar, mostrou-se como um fator de proteção significativo em relação à depressão.

— Em relação aos indicativos de resiliência, ou seja, a habilidade de persistir nos momentos difíceis mantendo a esperança e a saúde mental, o estudo mostrou que quando essas mulheres estão felizes ajudam as pessoas, contam mais piadas e sentem-se bem. Mas, muitas delas relataram que quando sentem raiva, se isolam, se calam, choram e até gritam.

A pesquisa é resultado do doutorado de Mariana, Associações do abortamento com depressão, autoestima e resiliência, orientada pela professora Antonia Regina Ferreira Furegato, da EERP.

sábado, 9 de julho de 2011

Russos defendem que publicidade em favor do aborto deve conter avisos de saúde.

Mais de meio século debaixo do jugo do ateísmo político tornaram a Rússia espiritualmente insensível. A mais recente demonstração de insensibilidade é a eminente lei que visa alertar os problemas que um aborto acarreta para as mulheres.

Os legisladores russos, "preocupados" com o inverno demográfico, aprovaram uma lei que ordena que a publicidade em favor do aborto possua um aviso de saúde em relação às complicações que podem surgir depois dum aborto.

A Russia tem uma das mais altas taxas de aborto do mundo e diminuindo a mesma poderia ajudar a travar a catástrofe demográfica que se aproxima. Segundo a nova lei, 10% do espaço usado para a publicidade em favor do aborto tem que mencionar as possíveis consequências negativas para as mulheres (incluindo a infertilidade).

No ano de 2007 foram realizados 1 milhão e meio de abortos na Rússia, número que é muito parecido ao número de bebés que conseguiram nascer. Viktor Zvagelsky, do parlamento russo, disse:

Estes anúncios [em favor do aborto] fazem com que as raparigas pensem que não terão problemas em interromper a gravidez.
"Interromper a gravidez"? Quer isto dizer que ela pode "retomar" a gravidez mais tarde? O aborto é, portanto, algo como o "Pause" dum leitor de DVD?
A situação em torno do aborto na Rússia era deprimente.
Em princípio a lei passará uma vez que não se espera que o Presidente Dmitry Medvedev se oponha a ela.

Porque é que o tradutor do texto qualifica esta lei de "insensível" uma vez que ela pode reduzir o número de abortos? Para se vêr isso, recomendo este texto.

Depois de haver lido o mesmo, pergunto: não é insensível dos russos tentarem diminuir o número de abortos levando em conta apenas a saúde da pessoa que carrega o bebé (e o "inverno demográfico" que se aproxima)?

Dito de outra forma: se não houvessem complicações médicas para a pessoa que continua viva depois do aborto - e se a Rússia não estivesse à beira do colapso demográfico - esta medida não entraria em efeito.

O parlamento russo quer diminuir o aborto, não porque é moralmente reprovável um ser humano decidir tirar a vida a outro ser humano inocente, mas sim porque eles (finalmente) se apercebem que a Rússia está a morrer.

Aparentemente a vida que é morta nem sequer é levada em consideração.

O aborto é a matança de um ser humano inocente e não algo que se pode relativizar segundo flutuações demográficas. Como vi num blogue estrangeiro, as estatísticas de todos os abortos são (no mínimo) um ser humano morto + uma mulher ferida para toda a vida. É isto que os políticos russos não se apercebem.

Já é ridículo alguém ter permissão para publicitar a matança dum inocente, mas é ainda mais ridículo um governo responsável dizer "Sim, podem publicitar os vossos serviços de matança de seres humanos inocentes, mas têm que dizer ao mesmo tempo que o ser humano que continua vivo pode ter complicações mais tarde!"

Avisos sérios e responsáveis seriam:
  • "Você está a pensar matar o seu filho? Não o faça."
  • "Se não tem condições de criar a criança, dê-o para adopção."
  • "A si foi-lhe dada a hipótese de viver. Porque não fazer o mesmo para com o seu filho?"

Bebés bilingues desde a barriga das mães

Este tipo de notícia não é bem o que seria de esperar pelos que defendem que a vida intra-uterina nada mais é que "um amontoado de células".

A desvalorização da vida humana é uma das consequências da rejeição da Bíblia, e como sempre, quem sofre com isso são os mais frágeis.

Os bebés que durante a gravidez ouvem duas línguas terão o caminho facilitado para virem a ser bilingues, explica um estudo internacional

Raquel Albuquerque (www.expresso.pt)

O período pré-natal é importante na predisposição de um bebé para vir a ser bilingue, concluíram investigadores da Universidade British Columbia no Canadá e da OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico). Ou seja, os bebés que durante a gravidez estiveram expostos a mais do que uma língua terão maior facilidade em ouvir e reconhecer, assim como vir a falar e aprender as duas línguas.

"Os bebés que só ouviram uma língua vão direccionar a sua atenção auditiva apenas para essa língua", explicam os investigadores. "Já o interesse dos bebés bilingues nas duas línguas ajuda a garantir a sua atenção e, por isso, o conhecimento de cada uma delas".

O estudo foi feito com mães britânicas que falam apenas inglês e com mães bilingues das Filipinas que utilizam regularmente o inglês e o filipino. Foram estudadas e comparadas as reacções dos bebés, expondo-os às diferentes línguas nos meses seguintes ao seu nascimento.

Os resultados permitiram concluir que o bilingualismo tem raízes mais profundas do que os estudos anteriores indicaram, estendendo-se ao período pré-natal. As conclusões foram publicadas na revista norte-americana Psychological Science.

Portanto, o ser humano que se encontra no ventre materno tem a capacidade de distinguir duas línguas distintas, e mais tarde ouvir, reconhecer e aprender novas línguas. No entanto, apesar dos dados da ciência claramente mostrarem que a vida humana não começa no nascimento, mas antes disso, ainda há pessoas que não tem pejo nenhum em inserir instrumentos de matança numa mulher e matar o bebé que lá se encontra. Depois deitam-no fora como se ele fosse um pedaço de carne podre.

Deus tenha misericórdia.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Maria José Nogueira Pinto

1952 - 2011




Aborto, lei e factos

«A nossa prática tem sido a de discutir os efeitos e as consequências dos fenómenos que vão ocorrendo nas sociedades sem qualquer valoração das respectivas causas, que permanecem ocultas ou num limbo. Como é da nossa natureza acreditar que compete ao legislador resolver essas questões. Liberalizar tornou- -se uma palavra de ordem e a invenção de uma agenda fracturante permitiu remeter para a via legislativa problemas incómodos e transformá-los em delirantes bandeiras ideológicas. Uma receita culturalmente manhosa para a dimensão das questões.

Eram já conhecidos indicadores preocupantes no que se refere ao aborto após a aprovação da lei, mas ficámos agora a saber, pela voz do presidente do Conselho Nacional de Ética, que os resultados vão no sentido oposto do que foi propagado pelos que promoveram a liberalização e viabilizaram a lei: 50% das mulheres que fazem aborto faltam à consulta de planeamento familiar obrigatória 15 dias depois; há mulheres que fazem, no Serviço Nacional de Saúde, dois ou três abortos por ano; o número de abortos aumentou de 12 mil para 18 mil em 2008 e para 19 mil em 2009.

São os riscos de legislar num clima de contenda ideológica sobre questões que têm a ver com a vida e a morte, com o respeito e a dignidade, com a responsabilidade individual e colectiva, com princípios básicos de civilização. Este núcleo duro foi e é o âmago da questão e não devia ser varrido por argumentários que parecem ignorar o essencial da condição humana e o valor das vítimas, de todas as vítimas do aborto.
É também um exemplo de má fé legislativa: os adeptos do "sim" sabiam que esta lei não iria resolver nada e, pelo contrário, agravaria a situação. Ninguém com um mínimo de conhecimento da realidade, das causas que estão na origem do aborto, da heterogeneidade das situações, da desigualdade das condições podia, de boa-fé, acreditar na bondade da lei. Aceitaram-se como bons dados forjados, ouviram-se peritos escolhidos à la carte, criou-se um discurso ditatorial, explorou-se a compaixão das pessoas e apagou--se o histórico.

Volto por isso ao ponto onde sempre estive, com as mesmas preocupações que sempre senti e que agora parecem ser partilhadas pelo presidente da Comissão Nacional de Ética. Uma lei que liberaliza, que consagra o aborto a pedido sem necessidade de qualquer justificação, é uma lei que institui a violência pela consagração de medidas desproporcionais e banaliza um acto que, em qualquer circunstância, é sempre de extrema gravidade. Criou-se nesta, como em outras questões éticas, uma cultura desumana assente na exaltação do egoísmo e da irresponsabilidade: da mulher em relação a si própria, em relação a um terceiro cujo direito a nascer é preterido ao menor capricho, em relação à sociedade em geral que não se revê num desmazelo militante cuja factura não quer pagar, em relação aos profissionais de saúde que abraçaram uma vocação assente em valores que estes actos violentam, e que estão na primeira linha de um SNS de recursos escassos e necessidades crescentes.

E, tal como então previmos, confirma-se agora uma perversidade adicional desta lei que funcionou como analgésico das más consciências públicas e privadas quanto às causas do aborto que merecem ponderação: o combate à pobreza das mulheres, a criação de meios efectivos para orientar, informar e criar alternativas, apoios à maternidade, um planeamento familiar eficaz e acessível.

De acordo com o presidente da Comissão Nacional de Ética é preciso coragem para rever aspectos negativos da actual lei. Que coragem e para quê? Para pôr de lado hipocrisias e oportunismos políticos e corrigir uma lei profundamente atingida por equívocos? Ou bastará a pequena coragem do remendo legislativo que dissolva a incomodidade das evidências e devolva a todos uma benévola sonolência? »

Maria José Nogueira Pinto,1 Julho de 2010



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