quinta-feira, 30 de junho de 2011

Electricista Católico desempregado recusa-se a trabalhar para a industria da matança aborcionista

Tim com sua esposa Nicole e seus filhos August e Adeline RoachTim com sua esposa Nicole e seus filhos August e Adeline Roach

ACI

O jornal The Catholic Spirit da Arquidiocese de Minneapolis, nos Estados Unidos, destacou o testemunho de um electricista católico que, apesar de estar desempregado desde julho de 2009, rejeitou uma suculenta oferta de trabalho na construção de uma clínica abortista da rede Planned Parenthood.

Em meados de fevereiro, Tim Roach, que tem dois filhos pequenos, recebeu uma ligação do sindicato local sobre uma oferta de trabalho. “Não podia chegar em um momento melhor. Os benefícios por desemprego de Tim estão por acabar. Não podia acreditar que estavam oferecendo um trabalho por um prazo de onze meses com um salário anual de 65 000 a 70 000 dólares”, contou o eletricista ao periódico.

Tim pensou que o emprego era perfeito mas logo recebeu a má notícia. Tratava-se de uma posição na construção da nova clínica da Planned Parenthood( Clinica abortista ) na avenida University da cidade de St. Paul.

“Ele (o representante do sindicato) não estava realmente seguro de que iam praticar abortos ali. O rapaz evitou o ponto, acredito, para buscar me atrair e que eu dissesse sim. Mas, me disse a mim mesmo: ‘Espere um minuto. É uma da Planned Parenthood’”, a maior rede de clínicas abortistas do mundo.

O eletricista segue desempregado e sem perspectivas imediatas de emprego. Felizmente, sua esposa Nicole, de 37 anos, tem um trabalho a tempo completo em uma escola primária. Embora Tim tenha rejeitado a oferta com prontidão – a conversação Telefônica durou apenas um minuto – Nicole tomou mais tempo para acatar sua decisão, sobre tudo porque ela dirige o orçamento familiar e se ocupou da tensão financeira do desemprego prolongado de Tim.

“O primeiro que queria fazer era justificar (aceitar o trabalho)”, mas logo percebeu que não era “só uma clínica”.

“Em todo este processo, nossa fé se aprofundou. Sentimo-nos como se isto fosse uma prova para nossa fé. Escolhemos manter nossa fé”, afirma Nicole e assegura estar impressionada pela reação do seu marido.

“Ele tem essa formação moral que o faz reconhecer imediatamente que isto não é o correto”, afirma.

A história de Tim chegou por correio eletrônico ao Padre Erik Lundgren, vice-pároco da paróquia Divina Misericórdia, que Tim freqüenta, e a incorporou em uma de suas homilias.

“Pensei que é um exemplo inspirador para todos em nossa paróquia, sobre o zelo que é necessário que nós os católicos tenhamos no debate pró-vida, na luta pró-vida”, afirma o sacerdote.

“É inspirador para mim como um sacerdote. Aqui, na Divina Misericórdia, as palavras, ‘Jesus, confio em ti’ escritas na nossa pia batismal, e é disto que se trata tudo isto”, acrescentou.

Conforme afirma The Catholic Spirit, “Tim continua procurando um trabalho. Em última instância, seu objetivo é começar sua própria empresa, mas terá que ganhar e economizar dinheiro para que isto aconteça. Enquanto isso, está disposto a aceitar qualquer trabalho que possa encontrar”.

“Nos últimos seis meses, aprendemos a tomar nossos temores e preocupações e entregá-las a Deus,” diz Nicole, sua esposa. “Sentimo-nos orgulhosos de ser católicos e orgulhosos de tomar uma posição contra o aborto”, acrescentou.


Tão bom ler notícias deste calibre onde Deus dá força a um Cristão para resistir à tentação de colocar os valores de lado e pensar primeiro no dinheiro. É de Cristãos assim que o Cristianismo precisa, e não de pessoas que andam com a etiqueta de "Cristão" mas quando chega a hora de pôr a fé em teste, escolhem os caminhos do inferno.

Que o testemunho deste honrado Cristão, Tim Roach, sirva para inspiração para todos nós que ainda estamos neste mundo, e que diariamente combatemos contra as tribulações, as perseguições e as muitas tentações.

"Portanto, qualquer que Me confessar diante dos homens, Eu o confessarei diante do meu Pai que está nos céus. Mas, qualquer que Me negar diante dos homens, Eu o negarei também diante do Meu Pai que está nos céus."
Mateus 10:32-33

domingo, 26 de junho de 2011

Educação Sexual: Grupo aborcionista português encontra resistência à sua indoutrinação

A resistência que os pais responsáveis tem feito ao "kit" que faz parte da "educação sexual" promovida pelos esquerdistas está a deixar algumas pessoas nervosas. Supostamente os pais agora já nem tem o direito de educar os seus próprios filhos segundo os seus valores morais; temos que colocar as crianças nas mãos de associações que lucram com o aborto.

Os kits construídos pela associação aborcionista Associação de Planeamento Familiar (AFP) está a gerar polémica uma vez que muitos pais não aprovam que tal conteúdo seja exposto aos seus filhos. Segundo uma fonte, "o Ministério da Educação esclareceu que os materiais eram apenas de apoio aos professores e técnicos de saúde e não para utilização de alunos." Mesmo assim, os pais disseram "Não, obrigado".

Pois bem, isto não agrada a alguns. Uma dessas pessoas que não está nada contente que os pais tenham prioridade no que toca à educação sexual dos seus próprios filhos e a Ana Matos Pires. Ela escreve que:

Apesar disso não deixa de ser grave e profundamente estúpido o modo como a educação para a saúde sexual continua a ser tratada e as dúvidas avolumam-se no meu espírito à medida que vou lendo artigos como este e este.
Avaliando a forma como a Ana fala, não parecem haver muitas "dúvidas" no seu espírito: aqueles que resistem à sua versão de "educação sexual" são uns "proibicionistas" (seja lá o que isso for).

Para além disso, o termo "saúde sexual" é muito vago. Quem é que define o que é "saúde sexual"? Serão as empresas que lucram com a promiscuidade sexual como a AFP? A Ana também não diz.

Para que diabo serve (também) a escola se não para ajudar na formação do carácter?
A Ana não diz qual é o "carácter" que ele tem em mente com este tipo de "educação sexual". Além disso formação de carácter não envolve nada do que a AFP tenta forçar nas escolas, uma vez que para a AFP "formação de carácter" envolve seguir comportamentos que nós sabemos serem auto-destrutivos (promiscuidade, homossexualidade, etc). Mas para a Ana nada disso importa. Quem resiste é um "proibicionista".
Que legalidade tem esta posição proibicionistas de alguns encarregados de educação que, para além do mais, viola os interesses dos jovens à informação?
Reparem no que ela está a tentar lançar no debate: "Será LEGAL um pai proibir o seu filho de receber educação sexual duma organização que lucra com a promiscuidade?" Ou seja, para a Ana, um pai que proíba a sua filha de assistir a aulas onde se indoutrinam os jovens com a tese de que a homossexualidade é normal pode estar a cometer um acto ILEGAL.

Vejam só como as coisas avançam, e vejam só até onde os esquerdistas podem chegar para tomar controle de filhos alheios.

Segundo, como é que ela sabe quais são os interesses dos jovens no que toca à informação sexual? Sabe ela melhor do que os próprios pais da criança?

Em que consistirá uma justificação fundamentada da falta à actividade lectiva?
A justificação fundamentada dos pais no que toca à ESTA versão de "educação sexual" é simples: não querem que as escolas indoutrinem os seus próprios filhos com teorias e ideologias sexuais com as quais eles não estão de acordo. Não é difícil de entender, Ana.

Segundo, quando ela diz "falta a actividade lectiva" o que ela deve querer dizer "falta às aulas de indoutrinação sexual". Ela aparentemente quer passar a imagem de pais que proíbem os filhos de adquirir genuíno conhecimento, mas não é isso que se passa. O que se passa é que os pais não concordam com a versão de educação sexual que os aborcionistas querem impor às crianças.

Cabecinhas sujas, estas, caramba.
Sim, quando alguém se opõem à indoutrinação sexual que parte de organizações que lucram com a promiscuidade, elas são "cabecinhas sujas". Mas organizações que escondem as suas más motivações por trás de frases vazias de significado como "educação sexual", então essas sim, já são cabecinhas limpinhas.

Senhora Ana, a César o que é de César. Como diz um site, "Uma coisa é explicar o aparelho reprodutor. Outra é falar da sexualidade, de afectos, e de modelos de família em que se incluem pessoas do mesmo sexo. Esta formação de valores compete aos pais, não à escola".

Deixe o trabalho de ensinar às crianças qual é o modelo de família funcional aos pais. Deixe de tentar usar o sistema de ensino par avançar com ideologias e comportamentos auto-destrutivos. Em suma, deixa de chamar de "sujos", "estúpidos" e "burros" os próprios pais das crianças apenas e só porque elas não concordam com a SUA versão de "educação sexual".



Vejam também este post do Orlando Braga.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Quando começa a vida de um novo ser humano?

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«No século XIX, descobriu-se que, a partir da concepção, tínhamos um novo ser humano e que, por isso, o aborto consistia em matar deliberadamente um ser humano inocente. Interessa, pois, saber se desde então foi feita alguma descoberta científica que anulasse ou questionasse as descobertas desse século.

Os livros a seguir citados são usados em cerca de 80% das Faculdades de Medicina dos Estados Unidos da América e em muitos outros países do mundo.

“Zigoto. Esta célula resulta da fertilização de um oócito por um espermatozóide e é o início de um ser humano… Cada um de nós iniciou a sua vida como uma célula chamada zigoto.” (K. L Moore. The Developing Human: Clinically Oriented Embryology (2nd Ed., 1977), Philadelphia: W. B. Saunders Publishers)”

Da união de duas dessas células [espermatozóide e oócito] resulta o zigoto e inicia-se a vida de um novo indivíduo. Cada um dos animais superiores começou a sua vida como uma única célula.” (Bradley M. Palten, M. D., Foundations of Embryology (3rd Edition, 1968), New York City: McGraw-Hill.)”

A formação, maturação e encontro de uma célula sexual feminina com uma masculina, são tudo preliminares da sua união numa única célula chamada zigoto e que definitivamente marca o início de um novo indivíduo “. (Leslie Arey, Developmental Anatomy (7th Edition, 1974). Philadelphia: W. B. Saunders Publishers)”

O zigoto é a célula inicial de um novo indivíduo.” (Salvadore E. Luria, M. D., 36 Lectures in Biology. Cambridge: Massachusetts Institule of Technology (MIT) Press)

“Sempre que um espermatozóide e um oócito se unem, cria-se um novo ser que está vivo e assim continuará a menos que alguma condição específica o faça morrer:” (E. L. Potter, M. D., and J. M. Craig, M. D Palhology of lhe Fetus and lhe lnfant, 3rd Edition. Chicago: Year Book MedicaI Publishers, 1975.)

“O zigoto (…) representa o início de uma nova vida.” (Greenhill and Freidman’s, Biological Principies and Modem Practice of Obstetrics)

Como já se disse o valor científico destas afirmações é inquestionável, pois constam dos livros adoptados pela maioria das Faculdades de Medicina dos EUA.

Em 1971 o Supremo Tribunal de Justiça dos EUA pediu a mais de duzentos cientistas, entre os mais prestigiados especialistas americanos, que elaborassem um relatório sobre o desenvolvimento embrionário. Esse documento diz o seguinte:
“Desde a concepção a criança é um organismo complexo, dinâmico e em rápido crescimento.

Na sequência de um processo natural e contínuo, o zigoto irá, em aproximadamente nove meses, desenvolver-se até aos triliões de células do bebé recém-nascido. O fim natural do espermatozóide e do óvulo é a morte, a menos que a fertilização ocorra.

No momento da fertilização um novo e único ser é criado, o qual, embora recebendo metade dos seus cromossomas de cada um dos progenitores, é completamente diferente deles”. (Amicus Curiae, 1971 Motion and Brief Amicus Curiae of Certain Physicians, Professors and Fellows of the American College of Obstetrics and Gyneco1ogy, Supreme Court of the United States, October Term, 1971, No. 70-18, Roe v. Wade, and No. 70-40, Doe v. Bolton.)

Em 1981, o Senado dos EUA estudou a chamada Human Life Bill. Para o efeito, ouviu durante oito dias os maiores especialistas do mundo na questão (americanos e não só). Ao todo foram feitos cinquenta e sete depoimentos. No final, o relatório oficial dizia o seguinte:
“Médicos, biólogos e outros cientistas concordam em que a concepção marca o início da vida de um ser humano – um ser que está vivo e que é membro da nossa espécie. Há uma esmagadora concordância sobre este ponto num sem-número de publicações de ciência médica e biológica.” (Report. Subcommittee on Separation ofPowers to Senate Judiciary Committee 5-158. 97th Congress. 1st Session 1981. p. 7.).

Conclusão
1. A partir do momento da concepção, do ponto de vista biológico, temos um ser vivo. A expressão “ser vivo”, aparece nesta frase com o mesmo valor e significado com que aparece na frase “A Rainha de Inglaterra, do ponto de vista biológico, é um ser vivo”.

2. Este ser vivo está individualizado.

3. Este ser vivo pertence a uma espécie definida: a espécie à qual pertencem todos os seres humanos. Portanto,

4. A partir do momento da concepção, do ponto de vista biológico, temos um ser vivo, individualizado e humano. Estas palavras têm todas exactamente o mesmo valor e significado com que aparecem na afirmação “A Rainha de Inglaterra, do ponto de vista biológico, é um ser vivo, individualizado e humano”.

Está completamente fora de dúvidas que o aborto mata um ser humano. Aos defensores do aborto resta explicar como se pode defender a morte arbitrária de seres humanos inocentes.

Muitas pessoas pretendem que o aborto não mata um bebé: o que mata é um feto. É curioso notar que duzentos especialistas americanos elaboraram um texto onde começam por se referir à “criança” e não ao feto ou ao zigoto. Também no livro de Baruch Brody, Abortion and the Sanatity of Human Life, MIT Press, 1975, ele afirma que enquanto não conseguir distinguir feto de criança rejeitará a palavra feticídio usando indistintamente a palavra homicídio.»

(João Araújo, "Aborto: Sim ou Não?")

Viva o Aborto!

Texto do padre Nuno Serras Pereira, do qual tomei conhecimento aqui:

«Durante a guerra civil espanhola, a 12 de Outubro de 1936, na Universidade de Salamanca, durante um empolgado discurso de Francisco Maldonado, alguém, mais tarde secundado pelo general José Millán-Astray y Terreros, gritou “viva a morte!”. Miguel de Unamuno, que presidia à mesa da sessão, não se conteve e no comentário improvisado insurgiu-se contra aquele urro denominando-o “grito necrófilo e insensato”, “paradoxo ridículo” e “repelente”.


Este episódio veio-me à memória no dia de ontem aquando da eleição de Assunção Esteves ao cargo de presidente da assembleia da república com a unanimidade dos deputados a ovacionarem-na de pé, a comentarem elogiosamente o seu percurso político, o seu elevado sentido de estado, o seu empenho aguerrido e obstinado a favor da liberalização do aborto, nos dois referendos sobre o mesmo, demonstrando assim estar ao lado do futuro. Como se não bastara a eficaz necrófila Maria de Belém exclamou que ela, Assunção, fora a primeira escolha do seu tétrico partido. Soube-se também, pela comunicação social, que o cds, o tal partido que se proclama pró vida, deu indicação de voto aos seus deputados para a elegerem e que o funesto presidente da república logo lhe telefonou a felicitá-la - só falta, mas não deverá tardar, a costumeira lisonja pública de alguns Bispos a personagens da mesma espécie.

A própria dedicou (?) aquele momento de alegria “às mulheres políticas que (supõe-se, como ela) trazem para o espaço público o valor da entrega e a matriz do amor e “sobretudo às mulheres anónimas e oprimidas”. Como uma ungida compromete-se a “dignificar” o cargo “com sentido de missão” e a dedicar cada dia “à redenção histórica da … circunstância” das “mulheres” e tudo isto com uma “alegria cristã” pois a “política é … o exercício de virtude” (os itálico são meus). O Anticristo não se expressaria melhor.


Tudo isto se poderia, a meu parecer, sintetizar no grito repugnante de “viva o aborto!”.


Escrevi, numa pressa de emergência, há tempos uma ladainha pedindo a Deus que nos livrasse dos políticos católicos. Muitos acharam que eu estava a brincar e outros acusaram-me, inclusive, de blasfémia sacrílega. É verdade que nunca pedi a aprovação eclesiástica para a mesma. Por isso, não a mandei imprimir mas limitei-me a partilhá-la com os amigos habituais. Porém, devo confessar que, na minha opinião, essa oração é mais urgente que nunca. Mas eu não passo de um bisbórrias.»

* A alegria de Assunção Esteves

quarta-feira, 22 de junho de 2011

A alegria de Assunção Esteves

A alegria abortista invadiu o parlamento. Para felicitar a nova presidente da Assembleia da República, a bancada do Bloco de Esquerda, pela voz do humanista Luís Fazenda, não encontrou melhor motivo do que louvar  Assunção Esteves por esta ter apoiado a legalização da matança de seres humanos há quatro anos. Elogio ao qual Assunção Esteves respondeu com um sorriso cheio de ternura. 
A mesquinhez desta gente é revoltante. Não só legalizam a execução e financiamento público desse acto criminoso, como não perdem uma oportunidade de se elogiarem uns aos outros em público por o terem feito. Não se cansam de lembrar a sua conquista. Mesmo nos acontecimentos ( supostamente) mais solenes, os quais não têm por finalidade discutir o aborto e nos quais participam pessoas que são contra a legalização dessa injustiça contra os mais fracos. Eleita uma nova presidente do parlamento, não podiam deixar de lhe elogiar uma característica fundamental que a habilita especialmente para o cargo: apoiou a legalização disto.

«Luís Fazenda lembrou à câmara aquilo que os deputados do CDS - e alguns do PSD - talvez preferissem esquecer: "No último referendo que a sociedade portuguesa teve, esteve do lado do futuro". Tradução: Assunção Esteves votou pelo sim à despenalização do aborto.»

[ O video encontra-se no final do artigo:
 http://aeiou.expresso.pt/gen.plp=stories&op=view&fokey=ex.stories/657082 ]

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Já anteriormente, a nova presidente da Assembleia da República tinha adjectivado a sua alegria pelo exercício do cargo como "cristã". Pormenor que o nosso amigo Joaquim comentou neste texto, que reproduzo abaixo:

«Ouvi alguns excertos do discurso da recém-eleita Presidente da Assembleia da República, e pelo meio das suas palavras, ouvi-a falar na “alegria cristã”.

Fiquei obviamente feliz com tal expressão, e "pensei com os meus botões" que talvez houvesse alguém em lugar tão importante, que fosse defensor dos valores cristãos que enformam o povo Português, que fosse alguém defensor da vida.

Como, “palavras, leva-as o vento”, fui à procura da posição da referida senhora sobre alguns temas, nomeadamente o aborto.

E para meu espanto, ou talvez não, Assunção Esteves foi das poucas deputadas do PSD, (ao que pude averiguar), que defendeu intransigentemente o sim no referendo ao aborto.

Como é que uma mulher inteligente e culta, (segundo afirmam), se permite utilizar uma expressão de tão rico e imenso conteúdo, como é a “alegria cristã”, e ao mesmo tempo ser a favor de algo que é totalmente contra a Doutrina cristã?

Ou será que a senhora julga que Jesus Cristo é pró-aborto?

É que aqui nem está em causa o ser ou não católico.
Basta afirmar-se cristão, para indubitavelmente se ser contra o aborto.
E aqui não há duas opiniões, mas apenas esta, que é a verdadeira.

Já agora, se utilizou a expressão como mera figura de retórica, também de alguma forma enganou aqueles que a ouviram, porque não se pode falar de “alegria cristã”, sem se saber o que é ser cristão e viver como cristão.

É bonito, fica bem, proferir tal frase, mas ela não tem qualquer sentido vindo de alguém que é a favor do aborto.

É que a expressão “alegria cristã” tem um conteúdo imenso, mas bastava apenas um, para a frase já não ter sentido na boca de alguém que apoia o aborto.

É que a “alegria cristã” se baseia, é intrínseca, à vida!
A vida criada por Deus em cada ser único e irrepetível, desde a sua concepção, até à sua morte.

E neste sentido, ao falarmos em “alegria cristã”, não interessam opiniões, nem suposições, como por exemplo, sobre quando começa a vida, mas apenas e só a verdade que cada cristão deve acreditar e professar, que a vida é dom de Deus desde a sua concepção até à morte, (e até para além da morte), e como tal, só a Deus pertence, sendo assim inviolável seja por quem for, e sejam quais forem os motivos ou razões que se quiserem encontrar.

Resumindo, a expressão “alegria cristã” na boca da nova Presidente da Assembleia da República não tem qualquer sentido, o que não invalida que ela possa ser uma pessoa competente “politicamente” para o cargo para que foi eleita, mas que se deve coibir de utilizar expressões “religiosas” que podem induzir em erro aqueles que a ouvem e podem acreditar que a senhora professa a fé cristã, em que afinal, pelos vistos, não acredita, porque a ela se opõe. »

Propagação dos contraceptivos aumenta taxa de aborto

Uma sondagem recente feita pela OpinionWay em torno da mentalidade francesa em torno do aborto e da contracepção constatou que 92% das mulheres considera o aborto um evento traumático, e 83% considera o aborto doloroso.

De acordo com a sondagem, uma em cada duas mulheres francesas disseram também que elas haviam sido mal informadas àcerca do aborto e dos métodos contraceptivos.

Semelhantemente, 82% dos sondados declarou que legalizar o aborto "liberou a mulher", especialmente do medo duma gravidez não desejada.

A OpinionWay foi levada a cabo em Janeiro de 2011 e sondou cerca de 500 mulheres com mais de 18 anos.

Durante o ano de 2010 270,000 abortos foram executados em França. Embora o número não demonstre um aumento significativo em relação a anos anteriores, representa um aumento vincado nos abortos feitos a menores. entre 2002 a 2009 o número de abortos feito a menores (raparigas com 18 ou menor idade) aumentou 22%. Em 2002 o aborto em menores rondou os 11,000, mas aumentou para 13,500 em 2009.

Um grupo de especialistas do aborto, ginecologistas, psicólogos e sociólogos encontrou-se em Paris para discutir o tópico "Como Proteger o Direito a Abortar em 2011." Um dos temas centrais foi a questão da gravidez e o aborto em menores.

O presidente do forum, Israel Nisand, alegadamente culpou o aumento da taxa de abortos entre os menores à falta de contraceptivos e à falta de educação sexual.

No entanto, estudos recentes, incluindo um estudo fulcral levado a cabo em Espanha durante o mês de Janeiro, mostrou uma ligação forte entre o aumento dos contraceptivos e o aumento das taxas de aborto. Para além disso há poucas evidências que suportem a tese de que a a educação sexual que promova exclusivamente o uso dos contraceptivos tem algum tipo de relação com a diminuição dos abortos entre as menores.

Conclusão:

Para além do absurdo de chamar o aborto um "direito", o que ficamos a saber com esta notícia é que
  • A educação sexual que promova exclusivamente o contraceptivo não reduz o aborto. Mas as promotoras do aborto já sabiam disso.
  • Embora a França esteja a entrar naquilo que é chamado de "inverno demográfico", ninguém pára e questiona-se se a cultura de morte que domina a sociedade francesa pode ter alguma coisa a ver com isso.
  • Segundo as mulheres francesas, elas foram enganadas em relação à informação em torno do aborto e dos contraceptivos. Mas, tal como no primeiro ponto, as promotoras do aborto já sabiam disso.

Mentiras, engano, decepção e morte. Quem é aquele que está por trás da indústria do aborto se não o pai das mentiras?

Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos do vosso pai: ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.
João 8:44
Quando as aborcionistas falam mentiras como forma de avançar com a matança dos frágeis e inocentes, elas apenas seguem os ensinamentos demoníacos do pai das mentiras, o próprio Satanás. Mas no Dia do Juízo Final toda a matança vai ser trazida a memória de todos aqueles que promovem o genocídio silencioso.


terça-feira, 21 de junho de 2011

«Por que será que os abortistas falam de tudo, menos do aborto?»

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O problema é este: não se consegue discutir a questão do aborto. Os abortistas recusam-se mesmo a pronunciar-lhe o nome.

O abortamento voluntário consiste na voluntária expulsão de um feto do seio da mulher. Pois eles insistem em falar de uma “interrupção da gravidez”. Mas uma interrupção significa paragem. E a gravidez não pára. Ou continua, ou acaba. O verbo interromper não se aplica à vida, a nenhuma vida. Por isso o assunto se torna indiscutível: se eu falo de uma coisa e tu de outra (ou melhor: e tu de coisa nenhuma), como havemos de discutir?

Eu digo: “O feto é um ser humano.” E tu: “Não é.” – “Então o que é?” – “Não sei.” Como podemos discutir, se não nos entendemos sobre aquilo de que falamos? Ou então, respondes: “É um ser humano, mas não é pessoa.” – “Qual a diferença?” – “De direitos.” – “E quem lhos concede ou nega?” – “Somos nós.” Isto faz algum sentido? Só dá uma lenga-lenga: não é pessoa porque não tem direitos; não tem direitos porque não é pessoa… Ou talvez respondas: – “É parte da mulher.” – “Que parte? Um órgão, um tumor?…” Tu calas-te. E acaba de novo a conversa.

No entanto, a discussão continua, como se fosse realmente um debate sobre o aborto. Invocam-se os direitos da mulher, por exemplo. Mas isso é outra questão. A do aborto é primordialmente sobre o feto. Quem é abortado é ele; não a mulher. Ou então fala-se do aborto clandestino… Mas isso é a questão da clandestinidade; não a do aborto voluntário. Ou compara-se a nossa legislação com legislações estrangeiras… Mas isso é uma questão de direito comparado. A do aborto é a da legitimação da expulsão de um feto. Ou diz-se que é uma questão de consciência… Sem dúvida: uma gravíssima questão de consciência! E esperemos que todas as pessoas conscientes assim a considerem. Mas classificá-la não é responder-lhe. Sendo uma questão de consciência, a pergunta é esta: “Achas em consciência que é justo matar o feto?” Aí é que está o cerne do debate.

Nem fujas ainda mais, dizendo: -”É uma questão religiosa.” Porventura invoquei algum credo religioso? Não classifiques; responde.

- “Abaixo a hipocrisia!” dizes
De acordo. Mas qual? A de quem levanta claramente o problema, ou a de quem escapa a ele e o disfarça? –

“Viva a liberdade!” dizes ainda.
Viva! Começando pela liberdade de nascer… –

“A Igreja não dava sepultura religiosa aos fetos…” tentas.
A Igreja aceita o que a ciência diz. Mas já excomungava quem os matava, só pelo facto de serem considerados “semente” de pessoa humana. De qualquer modo, que discutimos? O aborto ou a hipocrisia, o aborto ou a liberdade, o aborto ou a Igreja?… Por que será que os abortistas falam de tudo, menos do aborto?

- “Porque não somos “abortistas”, como dizes! Ninguém quer o aborto! O aborto é um mal! O que queremos é o bem estar da mulher e a saúde dos que nascem!”
A saúde à custa da vida, e o bem estar à custa dos filhos? E chamas a isso um mal menor? Haverá algum mal maior do que a morte?

“Ah, mas a Igreja aceitava a pena de morte!…”
Certamente, dentro do princípio da legítima defesa, que aqui não se aplica e dizes bem: aceitava. Mas deixa lá a Igreja; cinge-te ao tema; não te desvies. Além disso, o princípio do “mal menor” não significa que alguma vez seja lícito praticar um mal, mas apenas tolerar algum mal em prática, para evitar outro maior. Querias dizer “mal necessário”? Haverá algum mal “necessário”? Que ética será essa, capaz de justificar o mal? Por que será que os abortistas não conseguem colocar-se nunca no ponto de vista do sacrificado?

“Porque a questão do aborto são todas essas questões!”
Talvez. Mas vê se não foges à principal… És capaz? Porque tudo o resto depende dela. Só argumentando que o feto não é um ser humano, ou que um ser humano inocente vale menos do que quem o concebeu, se pode debater o resto. Por isso, a partir da pergunta que se fez no referendo, não se discutirá o aborto voluntário. A pergunta correcta e inteligível seria: “A mulher tem direito a lançar fora o feto, conforme lhe apetecer, nas dez primeiras semanas de gravidez?”

Aliás, por que falam de despenalização, quando o que se pretende é uma legalização, a constituição de um direito de matar? A desconversa instalada é evidente. Os defensores da lei farão tudo para reduzir o debate a uma competição de “slogans”. Os defensores da vida poderão vencer, mas os abortistas desviarão sempre do seu cerne o tal debate popular.

Por que fogem da questão?

(Hugo de Azevedo - artigo publicado no Jornal de Notícias de 07-04-1998)

Olavo de Carvalho: Revolucionários e Aborto. O Homem Revoltado.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O bebé faz parte do corpo da grávida?

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«Um slogan muito vulgar - sobretudo entre feministas abortistas [monstros] - diz que: «O feto faz parte do corpo da mulher. O aborto mata uma parte do corpo, um parasita.»

Este slogan parece ter muitas falhas:
1. Com igual legitimidade se poderia dizer: «O bebé dentro da incubadora faz parte da incubadora. Matar o bebé dentro de uma incubadora é matar uma parte dela, matar um parasita».

2. «Um astronauta num foguetão é parte do foguetão. E como ele precisa do foguetão para sobreviver pode ser eliminado a gosto do dono do foguetão, tal como o bebé dentro do útero pode ser eliminado a gosto da dona do útero.»

3. A questão é que uma pessoa não deixa de o ser pelo facto de estar dentro de um espaço limitado de alguma forma. O astronauta é uma pessoa e os seus direitos resultam disso. Como um astronauta não deixa de ser pessoa quando está no espaço, não perde por isso nenhum dos direitos das pessoas. Na lógica abortista, o bebé na incubadora é um ser humano pessoa e por isso não-executável. Os seus direitos resultam do que ele é e não do sítio onde está. O mesmo se aplica ao bebé não nascido: poderá ser morto pelo que é e não pelo sítio onde está. E o que é ele? E porque não tem ele direito à vida? Sobre isto o slogan diz nada.

4. Se levarmos uma célula da mãe e uma célula do filho a um especialista em genética, ele dir-nos-á, facilmente, que se trata de células de dois seres humanos diferentes. Convém repetir: não é a célula de uma pessoa e outra célula de um macaco, ou de um tumor, ou de um parasita. Tão pouco ele dirá que são duas células do mesmo ser humano. Nada disso: são as células de dois seres humanos diferentes. A gravidez é uma forma diferente de pegar num bebé ao colo. Pode-se pegar num bebé com os músculos dos braços ou com os músculos do abdómen. Pode-se alimentar o bebé ao peito ou por transferências através da placenta. Mas os músculos que sustentam o bebé ou o mecanismo físico que o permite alimentar, são eticamente irrelevantes. O que conta é o que ele é, e sobre isso o argumento diz nada.

5. As partes do corpo da mulher não têm todas o mesmo valor. Uma pessoa que corta as unhas a outra, dificilmente poderia ser punida por isso, e qualquer mulher pode pedir que lhe cortem as unhas; quem cortar um braço a outra pessoa poderá ou não ser punido por isso e, se houver necessidade, a mulher poderá pedir que lhe cortem o braço (para a curar de um tumor, por exemplo); é duvidoso que um médico possa cortar um braço, a pedido da mulher, sem que haja necessidade da amputação; quem tira o cérebro a uma mulher será punido de certeza, ainda que lho tenha tirado a pedido da vítima. Neste quadro, e ainda que se aceite que o bebé faz parte do corpo da mãe, onde se coloca o bebé? Será uma parte protegida ou será uma parte sem protecção? É uma das partes do corpo à disposição da mãe, uma das partes que ela pode pedir que lhe tirem sem problemas, ou é uma parte protegida que não pode ser tirada nem com o consentimento da mulher? Sem esclarecer estes pontos o slogan vale nada: limita-se a tentar iludir a questão sem lhe responder. Em primeiro lugar, reduz um ser humano a parte de outro; e depois sugere que a mulher pode dispor dessa parte com a liberdade com que dispõe das unhas. Ou seja, o slogan faz duas simplificações que não consegue provar.

6. Mas ainda que o bebé fosse parte do corpo da mulher, teria sempre de ser considerada uma parte muito especial: afinal nenhum rim, coração ou fígado salta para fora de uma pessoa e em poucos anos começa a escrever poemas. E será que esta diferença não torna o bebé diferente das unhas, do apêndice ou de um tumor?

7. Este argumento não permite justificar os abortos por cesariana, posto que neste caso se mata o bebé quando já não está ligado à mãe. Assim, teríamos o absurdo máximo: pode-se matar o bebé embora nem todos os métodos sejam aceitáveis. Ou seja, o direito à vida resulta não do que o bebé é mas da forma usada para o matar. Imagine o leitor que a sua vida só está protegida no caso de o matarem com um tiro; no caso de o matarem com uma faca, o leitor já não tem direito à vida nem a sua morte é crime. Uma teoria curiosa! E se há alguma forma de justificar o aborto por cesariana, porque não se usa esse argumento em vez de recorrer a «o bebé é parte do corpo da mãe»?

8. Se tudo que se disse está errado, se o bebé for mesmo parte do corpo da mãe, e se daí resulta que a mãe o pode matar, então pode-se abortar ao longo de toda a gravidez! Logo, ou o slogan está errado, ou o aborto é aceitável durante os nove meses. Então, porque se legaliza só até às dez semanas [lei maldita e criminosa em vigor em Portugal]? Com que base se nega às mulheres um direito seu: o direito a abortar até aos nove meses?»

(João Araújo, "Aborto: sim ou não?")

Consequências Físicas do Aborto

VIA ]

“O que é que eu aprendi em três anos de estudo dos efeitos do aborto legal?
Que existem inúmeras complicações e que não existem garantias de uma passagem segura. Nenhum médico, nenhum hospital, nenhuma clínica pode garantir a uma mulher que ela vai sobreviver a um aborto legal.” (Saltenberger, A, 1982 Every Woman Has a Right to Know the Dangers of Legal Abortion. Air-Plus Enterprises, Glassboro, NJ)

[Ann Saltenberger é investigadora]

Ao referir que o aborto induzido é 10 vezes mais seguro do que um parto, a propaganda de muitas clínicas de aborto (em países onde a prática está legalizada) cria uma falsa sensação de segurança nas mulheres que procuram os seus serviços. No entanto, esta prática está longe de ser segura. As mulheres que se submetem a um aborto induzido colocam a sua saúde em risco. Mesmo que o procedimento cirúrgico possa correr bem, a mulher não está livre de ter problemas a longo prazo. Em alguns casos, a prática do aborto pode resultar na morte da mulher. As principais causas de morte relacionadas com o aborto induzido resultam de infecções, hemorragias e perfurações uterinas.

Aproximadamente 10% das mulheres que se sujeitam a um aborto induzido sofrem de complicações imediatas, das quais cerca de um quinto (2%) são consideradas de risco para a vida da mulher. As oito complicações principais mais comuns que podem ocorrer são: infecção, embolia, perfuração ou dilaceração do útero, complicações com a anestesia, convulsões, hemorragia aguda, danos cervicais, e choque endotóxico.

As complicações menores mais comuns incluem: infecção, hemorragia, febre, queimaduras de segundo grau, dores abdominais crónicas, vómitos, distúrbios gastrointestinais, e sensibilização Rh (ocorre quando o sangue do feto se mistura com o sangue da mulher grávida e ambos tem Rh’s diferentes). (Frank, P.I, 1985. Induced-Abortion Operations and Their Early Sequelae. Journal of the Royal College of General Practitioners 35(273):175-180.; Grimes, D.A. and Cates, W., Abortion: Methods and Complications, Human Reproduction, pp. 796-813.; Freedman, M.A., Jillson, D.A., Coffin, R.R. and Novick, L.F. (1986). Comparison of Complication Rates in 1st-Trimester Abortions Performed by Physician Assistants and Physicians. American Journal of Public Health 76(5):550-554)

Num estudo envolvendo 1428 mulheres, os investigadores verificaram que a perda durante a gravidez, em especial a perda causada por aborto induzido, estava significativamente relacionada com uma pior saúde geral. (Ney, P.G., Fung, T., Wickett, A.R. and Beamandodd, C. (1994). The Effects of Pregnancy Loss on Womens Health. Social Science & Medicine 38(9):1193-1200.; Badgley, Caron and Powell (1997). Report of the Committee on the Abortion Law, Supply and Services, Ottawa)

Enquanto que a gravidez interrompida por motivos naturais causava um detrimento na saúde, o aborto tinha ainda uma maior correlação com um mau estado de saúde. Estudos como este têm confirmado outros anteriores que referiam que no ano após o aborto, as mulheres frequentavam o seu médico de família 80% mais por diversas razões e 180% mais por razões psicológicas
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Nota: nunca é de mais recordar. Para além das consequências físicas no corpo da mulher, o aborto tem este tipo de consequência física no corpo dos bebés.

«Primeiramente é aplicado uma solução salina no ventre da mulher para ”envenenar” a criança, após agonizar algumas horas a criança é triturada lá dentro e os pedaços são retirados aos poucos. Com um pequeno detalhe, a criança é “montada”, como um quebra-cabeça, do lado de fora para se verificar se todas as partes dela foram retiradas do corpo da mulher. »

sábado, 18 de junho de 2011

Aborcionista: Sinto Prazer na Morte do Inocente

Fui ver a um dicionário online a definição de "prazer" e eis um dos entendimentos:

  • "Prazer é sentir uma sensação de bem estar. (...) Em geral, o prazer é uma resposta do organismo ou da mente indicando que nossas ações estão sendo benéficas à nossa saúde."

Isto levanta perguntas perturbadoras:

  • Que tipo de pessoa é esta que sente "bem estar" ao facilitar a matança de outro ser humano?

  • O que pensar de ideologias que levam pessoas a ter prazer na morte de vidas humanas inocentes?

Deus diz na Sua Palavra:

Desejaria eu, de qualquer maneira, a morte do ímpio? diz o Senhor JEOVÁ: não desejo, antes, que se converta dos seus caminhos, e viva?
Ezequiel 18:23

Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor JEOVÁ, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva: convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que razão morrereis, ó casa de Israel?

Ezequiel 33:11
O Próprio Criador não se agrada com a morte dos ímpios, mas há entre nós pessoas que tem prazer com a morte do inocente. Doentio.

A secularização das sociedades, e a consequente desvalorização da vida humana, está a transformar pessoas em monstros frios e genocidas.


Esta notícia foi-me enviada pelo M. Ludwig. Eis aqui outros sítios onde este assunto foi debatido:

1. Prazeres estranhos

3. Prazer pelo aborto?

4. Aborto e “prazer”

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Aborto e Depressão

[VIA]

Consequências psicológicas do aborto numa mulher

Especialmente dedicado às feministas abortistas:

Um estudo recente sugere que as mulheres que abortam têm maior propensão para o suicídio, aumento do abuso de drogas e para a depressão clínica, do que mulheres que levam a sua gravidez até ao fim. Este estudo publicado num prestigiado jornal científico de medicina, foi levado a cabo por uma organização Norte Americana de investigação e educação que estuda as complicações pós-aborto e fornece programas de aconselhamento para as mulheres. Os dados deste estudo foram retirados de um estudo nacional sobre os jovens americanos que teve início em 1979. Um subconjunto de 4.463 mulheres foi sondado em 1992 sobre assuntos como a depressão, intenção de gravidez e resultado da mesma.

Uma das conclusões do estudo foi que oito anos após o aborto induzido, as mulheres casadas tinham 138% mais probabilidades de estar em elevado risco de depressão clínica do que as mulheres que levaram a sua gravidez até ao fim.

Um outro estudo recentemente publicado revela o risco significativo de episódios psiquiátricos associados ao aborto induzido. A equipa de investigadores que efectuou este estudo comparou os tratamentos psiquiátricos entre mulheres que se tinham submetido um aborto induzido e mulheres que tinham levado a gravidez até ao fim. Esta informação foi obtida através do exame de registos médicos de cerca de 173.000 mulheres da Califórnia de estratos económicos baixos. De modo a excluir diferenças induzidas pela saúde psicológica das mulheres antes destes episódios, não foram consideradas todas as mulheres que se tinham submetido a qualquer tratamento psiquiátrico no ano anterior ao resultado da gravidez. O estudo revelou que cerca de 63% das mulheres tinham maior probabilidade de receber tratamento psiquiátrico num período de 90 dias após um aborto do que numa gravidez levada até ao fim. Para além disso, taxas significativamente mais elevadas de tratamentos de saúde mental subsequentes persistem ao longo dos quatro anos de dados examinados para as mulheres que se submeteram a um aborto. O aborto estava mais fortemente associado com tratamentos subsequentes para depressão neurótica, desordem bipolar e desordens esquizofrénicas.

A mesma equipa de cientistas publicou outro estudo baseado em 56.741 pacientes que mostrou que as mulheres que se submeteram a um aborto têm 2,6 vezes mais probabilidades de serem hospitalizadas para tratamento psiquiátrico no período de 90 dias após o aborto ou nascimento (em relação a mulheres que dão à luz). Neste estudo o diagnóstico mais comum foi a psicose depressiva.

Um estudo comparativo realizado entre aproximadamente 1.900 mulheres que na sua primeira gravidez se submeteram a um aborto induzido ou levaram a gravidez até ao fim, revelou que aquelas que decidiram terminar a gravidez com um aborto, tinham 65% mais de probabilidade de estar no risco elevado de depressão clínica.

Cfr. os estudos abaixo indicados, que são os referidos neste post:

-Reardon, D.C. and Cougle, J.R. (2002). Depression and unintended pregnancy in the National Longitudinal Survey of Youth: a cohort study. British Medical Journal 324(7330):151-152.
-Coleman, P.K., Reardon, D.C., Rue, V.M. and Cougle, J. (2002) State-funded abortions versus deliveries: A comparison of outpatient mental health claims over 4 years. American Journal of Orthopsychiatry 72(1):141-152.)
-Reardon, D.C., Cougle, J.R., Rue, V.M., Shuping, M.W., Coleman, P.K. and Ney, P.G. (2003). Psychiatric admissions of low-income women following abortion and childbirth. Canadian Medical Association Journal 168(10):1253-1256.
-Cougle, J.R., Reardon, D.C. and Coleman, P.K. (2003). Depression associated with abortion and childbirth: A long-term analysis of the NLSY cohort. Medical Science Monitor 9(4):CR105-112.

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