quinta-feira, 9 de junho de 2011

Porquê a raiva das mulheres dirigida a quem lhes faz o aborto?

Se o aborto é um procedimento moralmente neutro (como os pró-matança querem que nós acreditemos) porquê a raiva das mulheres (que se submetem a um aborto) dirigida ao "médico" aborcionista? Isto provavelmente resume-se ao que J. Budziszewski chama de “o que não podemos saber.”

Porque é que uma mulher ficaria zangada com um aborcionista? Ora, porque ele está em vias de matar o seu filho e qualquer mulher sabe que isso está errado. Ela não pode resistir a este pensamento. Nenhum de nós pode. É uma das verdades mais profundas escritas nos nossos corações - que a vida humana é sagrada e que destruir uma vida inocente no útero é um dos actos mais violentos algumas vez imaginado.

A prisão recente do assassino em série, o "Dr." Kermit Gosnell, trouxe esta verdade à ribalta. Gosnell dirigia uma "casa de horrores" onde bebés eram assassinados ritualmente com tesouras - onde algumas mães chegaram a morrer também - e onde algumas partes corporais dos bebés eram mantidas em jarros.

Quando vêmos pessoas a favor da matança a ficarem horrorizadas com actos como os do assassino Gosnell, então nós sabemos que também eles sabem que o aborto não está certo.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Mulheres que abortam sofrem de depressão mesmo depois de ter filhos

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Mesmo depois de ter filhos saudáveis, mães continuam com sintomas depressivos

A depressão e a ansiedade experimentada por muitas mulheres após um aborto espontâneo podem continuar por anos, mesmo após dar à luz a uma criança saudável, de acordo com um estudo conduzido por pesquisadores da University of Rochester Medical Center, nos Estados Unidos.

O estudo conduzido pela professora de psiquiatria do centro médico da universidade, Emma Robertson Blackmore, a descoberta “mostra claramente que o nascimento de um bebê saudável não resolve os problemas de saúde mental que muitas mulheres experimentam depois de um aborto ou natimorto.

- Esta descoberta é importante porque, ao avaliar se uma mulher está em risco de depressão pré-natal ou pós-natal, a perda da gravidez anterior não é geralmente tida em conta, da mesma forma como outros fatores de risco como história familiar de depressão, eventos estressantes da vida ou falta de apoio social.

O fim da gravidez por aborto ou por natimorto afeta mais de 1 milhão de mulheres nos Estados Unidos anualmente. Entre 50 e 80% delas, no entanto, conseguem engravidar novamente.

Os pesquisadores estudaram 13.133 mulheres grávidas no Reino Unido que estavam participando de um estudo de longo prazo, que analisou quem já havia passado por uma dessas situações. A partir disso, elas foram avaliadas quanto a sintomas de depressão e ansiedade por duas vezes durante a gravidez e quatro vezes após o parto em até 33 meses.

A maioria das mulheres não relatou abortos. Mas 2.823 mulheres, ou 21% relataram ter um ou mais abortos anteriores, enquanto 108 declararam ter um natimorto anterior, e três mulheres teve dois natimortos.

Já entre as mulheres que tiveram um aborto espontâneo ou morte fetal antes do parto de uma criança saudável, quase 13% tinham sintomas de depressão 33 meses após o parto. Entre aquelas com duas derrotas anteriores, quase 19% tinham sintomas de depressão 33 meses após o nascimento de uma criança saudável.

Os resultados podem ajudar os médicos a tratar grávidas nestas situações a evitar que seus problemas perdurem na vida dela e de seus filhos, segundo a pesquisadora.

- Nós sabemos que a depressão materna pode ter impactos negativos sobre as crianças e famílias. Se oferecermos um apoio específico durante a gravidez para mulheres que já perderam um bebê, que pode ser capaz de melhorar os resultados de saúde tanto para as mulheres e seus filhos.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Mateus 24:40

‘Em verdade vos digo: Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes.’

Mateus 24:40




Fonte

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Bebé nascido na 23ª semana rompe com argumento abortista internacional

«Se um ser vivo só pode ser considerado como tal se lhe forem garantidas condições de sobrevivência, então nenhum ser vivo é ser vivo, pois todos eles dependem das condições do meio onde estão para sobreviver.»   Artigo  completo
Jéssica hoje, com 21 anos e sem qualquer problema de saúde decorrente do parto prematuro.


*Notícia divulgada pelo  amigo Joaquim, em comentário a este texto.

Imagem: "Dêem-me uma oportunidade"

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Foto de um bébé


Dizem que uma parte significativa das mulheres à beira de fazer um aborto muda de ideias quando vê o seu filho através do ultrasom.

Entende-se porquê....

domingo, 29 de maio de 2011

Russia: Número de Abortos Aproxima-se do de Nascimentos

Um artigo que me foi enviado pelo Marcos Sabino:
Rússia: Número de abortos aproxima-se do de nascimentos

O número de abortos na Rússia aproxima-se do de nascimentos, segundo dados revelados hoje pela ministra russa de Desenvolvimento Social, Tatiana Golikova.

Em 2008, nasceram na Rússia 1 milhão e 714 mil crianças, mas o número de abortos registados foi de 1 milhão e 234 mil, disse a ministra, durante um encontro do Conselho da Rússia dedicado à política demográfica.

Um milhão de almas a quem lhes foi negada o dom da vida.

Bem vindos ao holocausto silencioso.

Neste contexto, Tatiana Golikova defende que a redução do número de abortos é "um recurso real para aumentar a natalidade"
A inconsistência é gritante: a Europa está a envelhecer rapidamente. A solução dos nossos "líderes"? Promover o aborto. Faz todo o sentido, certo?

Longe vão os tempos em que a Europa via os bebés como dádivas Divinas. Hoje nem dignos de vida são. Mais uma consequência da desvalorização da vida humana. Enquanto que com Deus toda a vida humana é preciosa, com o ateísmo a vida humana tem o valor que cada indivíduo assim o classificar. Pior ainda é quando os secularistas conferem (ou tentam conferir) direitos humanos a animais (!).

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Bastonário da Ordem dos Médicos descobre que a Terra é redonda

O bastonário da Ordem dos Médicos revela que a prática do aborto em Portugal está a ser usada como método de contracepção.

Pedro Nunes mostra-se preocupado com o aumento do número de interrupções voluntárias da gravidez em 2009. Subiram para 19 mil, ou seja, mais um milhar do que no ano anterior.

Uma em cada quinze mulheres realizou um aborto a pedido pela segunda vez.

“O aborto pode ter entrado na prática e nos hábitos dos portugueses como um outro método anti-conceptivo e, a médio prazo, vamos ter um programa. Ou seja, não estamos a lutar para que o aborto deixe de existir, para que passe a ser uma raridade, mas estamos a implementar um sistema de facilitismo porque, aconteça o que acontecer, os actos da sua vida e as suas decisões não têm problema nenhum”.

“Em última análise” – conclui o Bastonário da Ordem dos Médicos – “há sempre alguém que resolve, em última análise há sempre o Estado que paga, em última análise há sempre o Estado que monta os serviços para resolver a falta de seriedade com que se vive a vida”.

O Bastonário defende que está na altura de criar medidas dissuasoras que podem passar por multas.

“As medidas dissuasoras que podem ser tomadas vão desde medidas de natureza educacional, de detecção desses casos e chamada de atenção dessas pessoas, até medidas de natureza punitiva, desde as multas até à frequência compulsiva de cursos”.

Director-geral de Saúde nega aborto como contraceptivo

Em resposta a estas declarações do Bastonário da Ordem dos Médicos, Francisco George, Director-geral de Saúde, diz que o aborto não deve ser usado como método contraceptivo e dá exemplos das orientações dadas aos serviços.

“As normas obrigam a que, depois deste acto, as consultas de planeamento familiar e os métodos contraceptivos sejam uma indicação formal, que todos os serviços são obrigados a prestar quando a mulher faz essa interrupção”.

Francisco George foi ainda confrontado com outra sugestão do Bastonário dos Médicos. Pedro Nunes diz que é preciso fazer uma auditoria sobre os métodos utilizados na interrupção da gravidez.

É que, enquanto no sector privado quase todos os abortos são feitos pelo método cirúrgico, no sector público acontece o inverso e é quase sempre usado o método químico. O Director-geral de Saúde diz que já há auditorias feitas “pela Inspecção-geral das Actividades em Saúde”, mas não revela os resultados.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Fotos de crianças abortadas

Lucas 1:41
E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo

[AVISO: Há uma foto de um bebé abortado no final deste post.]

Aviso desde já que as fotos são muito gráficas, portanto vejam-nas apenas se acharem que se sentem capazes.

Estas fotos gráficas acerca da matança de bebés existem porque os mesmos foram assassinados por aborcionistas pagos para "terminarem" uma gravidez.

Tal como as vítimas dos campos eugénicos instalados pelo evolucionista Adolf Hitler, os bebés aqui retratados não tinham direito à vida. Deus tinha planos e sonhos para eles, mas houve alguém que acabou com as suas vidas antes que eles vissem a luz do dia.

Os grupos "pró-escolha" (ou, se preferirem, pró-matança ou pró-extermínio) tratam os bebés não nascidos como os nazis tratavam os judeus.

Na América e um pouco por todo o mundo muitos milhares de seres humanos morrem diariamente torturados até a morte - cortados membro a membro, queimados quimicamente ou pior.

Se há uma coisa que todos nós podemos estar certos é isto: o julgamento de Deus vai se abater sobre todos aqueles que directa ou indirectamente ajudam a este extermínio. Milhões e milhões de almas estão presentemente com Deus a dizer-Lhe a mesma coisa: "Até quando Senhor não vais vingar o nosso sangue?"

Aborto


terça-feira, 24 de maio de 2011

Rússia considerando restringir lei de aborto a fim de desacelerar colapso populacional

28 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) — Num discurso na semana passada Vladimir Putin, primeiro-ministro da Rússia, disse que deve-se adotar medidas na Federação Russa para levantar o índice de natalidade.
Vladimir Putin
Putin disse que 1,5 trilhão de rublos serão investidos em “projetos demográficos”, para melhorar a expectativa média de vida e para levantar o índice de natalidade entre 25 e 30 por cento durante três anos.
Depois do discurso de Putin, a Duma, o parlamento russo, introduziu um projeto de lei para desqualificar o aborto como serviço médico no sistema público de saúde. O projeto também permitirá que os médicos possam recusar realizar abortos.
“O projeto de lei tem como objetivo criar as condições para uma mulher grávida optar por dar a luz”, disse Yelena Mizulina, diretora da comissão de família, mulheres e crianças da Duma.
Na quarta-feira a Duma também introduziu um projeto de lei para restringir a propaganda comercial do aborto.
Anton Belyakov, autor do projeto e deputado da facção do Partido Só Rússia, disse para os jornalistas: “O projeto de lei também dá aos médicos a responsabilidade de avisar as mulheres que decidiram fazer um aborto que o procedimento pode causar infertilidade, morte ou afetar negativamente a saúde física e mental”.
A Rússia tem o índice mais elevado de abortos no mundo com 53 abortos por 1.000 mulheres entre as idades de 15 e 44, de acordo com estatísticas da ONU. O aborto é uma questão chave na forte diminuição da população da Rússia, que viu uma queda de 148,5 milhões em 1995 para 143 milhões hoje.
Belyakov disse que o índice de aborto da Rússia é “inaceitável”. As próprias estatísticas do país mostram que há 1.022 abortos realizados para cada 1.000 nascimentos. Os números oficiais mostram entre 1,6 e 1,7 milhões de abortos por ano, mas estimativas não oficiais os colocam em pelo menos 6 milhões por ano, 90 por cento dos quais são feitos, como na maioria dos países desenvolvidos, a pedido da mulher por razões “sociais”, não médicas.
Comentando acerca da crise de natalidade da Rússia, Larry Jacobs, da ONG Congresso Mundial de Famílias, disse: “Não é só a Rússia que está experimentando um inverno demográfico”.
“No mundo inteiro, os índices de natalidade diminuíram em mais de 50 por cento desde o final da década de 1960. No ano 2050, haverá 248 milhões a menos de crianças com menos de 5 anos no mundo do que há hoje. Essa escassez de nascimentos será um dos maiores desafios que a humanidade confrontará no século XXI”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

domingo, 22 de maio de 2011

Aborcionistas: "Crianças de 10 Anos Precisam de Educação Sexual"

Portanto, pelos seus frutos os conhecereis - Mateus 7:20

Uma evidência que confirma que o secularismo não só é um engano como é maléfico é a obsessão que os mesmos tem em corromper crianças. Talvez seja por isso que, sob o regime do Camarada Obama, o "Czar" responsável por criar um ambiente escolar "seguro" não só é um pervertido que advoga a pornografia para crianças, mas também alguém que tem fortes ligações com organizações que defendem o abuso infantil.

Essa obsessão em destruir a vida de crianças também explica o seguinte:

Uma nova reportagem feita pela Federação Internacional de Paternidade Planeada (The International Planned Parenthood Federation) está a advogar que crianças com idades tão baixas como 10 anos recebam educação sexual extensiva incluindo uma realização do que são os prazeres sexuais.
Sim, porque quando temos 10, 11 ou 12 anos, o que de mais importante existe para o nosso crescimento mental e físico é uma "realização do que são os prazeres sexuais".

Este último ataque à inocência das crianças oferece aos secularistas mais uma plataforma para criticar o cristianismo (que eles mais uma vez equivalem ao Islão):

A sexualidade dos mais jovens ainda é contenciosa para muitas organizações religiosas. Os Fundamentalistas e outros grupos religiosos - a Igreja Católica e as madrassas (escolas islâmicas) — impuseram barreiras tremendas que previnem os mais jovens de obterem informação e os serviços relacionados com o sexo e a reprodução.

Presentemente muitos ensinos religiosos negam os aspectos prazerosos e positivos da sexualidade, e no que concerne à educação sexual, possuem linhas orientadoras limitadas e focadas na abstinência antes do matrimónio.

Claro que, como a abstinência não produz clientes, a Paternidade Planeada (PP) não concorda com ela, mesmo entre crianças. Por outras palavras, como o ensino da abstinência reduz as possibilidades das mulheres precisarem de fazerem um infanticídio (aborto), a organização abortiva Paternidade Planeada desaconselha-a.

De acordo com a PP, os potenciais clientes de 10 anos são "seres sexuais" desesperadamente necessitados de "educação sexual compreensiva". Devido a isto, a educação sexual deveria apresentar a sexualidade como uma "força positiva para a mudança e desenvolvimento, e como uma fonte de prazer; uma incarnação dos direitos humanos e uma expressão do ego".

Conclusão:

Como é normal, os pais são deixados totalmente fora da discussão no que toca à educação dos seus próprios filhos. Assim é mais fácil de impor os valores secularistas e cristofóbicos nas crianças e potenciais futuros clientes.

Na sua luta contra Deus, os demónios não se coíbem de usar crianças inocentes. É triste que organizações como a PP não saibam quem está por trás dos seus desejos e impulsos de morte.

Ou será que sabem, e por isso é que fazem o que fazem?

Odeiam a Deus, amam a morte (aborto) e nem se apercebem que estão a destruir a sua própria alma.

Provérbios 8:36
Mas o que pecar contra Mim violentará a sua própria alma: todos os que Me aborrecerem amam a morte.

sábado, 21 de maio de 2011

"Apaixonei-me pelo meu filho mesmo antes dele nascer"

Stacey Solomon, cantora em ascensão da televisão britânica e a mãe de um pequeno rapaz de 3 anos, conta como estava "apaixonada" pelo filho antes dele nascer.

Mas tal como ela revelou numa entrevista publicada na Quinta-Feira, a mensagem dominante enviada às adolescentes britânicas quase que a convenceram de que abortar Zach (o filho) seria a escolha "responsável".

Eu pensei, 'Se és jovem e engravidas, tens que fazer um aborto'.
Stacey relembra na sua auto-biografia o quão doloroso foi revisitar essa altura da vida.
Pensamos que o aborto é como uma bomba de gasolina, um lugar onde tu vais para ter o que precisas e depois vais-te embora. Mas depois chegamos lá.

Quando eles te descrevem o que eles fazem, pensas logo 'Nem pensar'.

Nunca julgarei uma pessoa por decidir fazer isso, mas eu nunca poderia suportar tal pensamento.

(Neste post estão listados alguns dos instrumentos da morte usados pelos assassinos aborcionistas.)

Actualmente, a Stacey Solomon saboreia a sua relação com Zach - algo que ela afirma ter aumentado durante uma viagem até ao Malawi quando ela se encontrou com mães que perderam os seus filhos.

[O Zach] é sem dúvida a minha maior conquista e eu amo-o mais do que outra coisa qualquer. A viagem [ao Malawi] fez com que eu apreciasse mais ainda o quão precioso ele é.

Lembro-me da altura em que eu estava grávida do Zach: apaixonei-me por ele mesmo antes dele nascer.

Stacey observa que a actividade sexual precoce trouxe-lhe mais do que ela pensava. Ela lembra que ninguém lhe avisou das dores de parto antes dela começar a ter relações sexuais.
Se a minha mãe me tivesse falado [das dores de parto], eu nunca me aproximaria dum rapaz.
Solomon diz também que espera um dia ter muitos filhos.
Eu quero mesmo ter uma grande família.... No entanto, não sei quem é que os vai dar à luz! Eu sinceramente, não quero.
Fonte

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