Homem do Ohio que empunhou uma arma e tentou forçar a sua namorada a matar o bebé que ela trazia no ventre declarou-se culpado das acusações de tentativa de homicídio em relação ao filho de ambos.
Dominic L. Holt-Reid, um estudante universitário de 28 anos e pai de seis, foi acusado segundo uma lei de 1996 que define a terminação ilegal de uma gravidez como um assassínio. Os procuradores alegam que Yolanda Burgess, a namorada de 26 de Holt-Reid, inicialmente concordou em "terminar a gravidez" (matar o seu próprio filho) quando já estava 3 meses grávida.
Mas quando a Yolanda mudou de vontade no dia em que o assassinato do bebé ia ser levado a cabo, Holt-Reid, um criminoso que estava em liberdade condicional devido a uma condenação anterior (relacionado a drogas), alegadamente tirou para fora uma arma e forçou-a a conduzir até ao matadouro mais próximo. Ele acompanhou-a até ao interior com a arma escondida no cinto.
No entanto, a Yolanda conseguiu passar um papel aos empregados da "clínica" alertando-os para o que se estava a desenrolar. Eles chamaram a polícia e prenderam Holt-Reid.
Entretanto, Yolanda já deu à luz a criança.
Para além das acusações de tentativa de homicídio, Holt-Reid declarou-se culpado em relação às acusações de sequestro e posse de armas. Ele pode vir a ser condenado a 20 anos de prisão e pagar mais $35,000 em multas se for condenado em Junho próximo.
Feministas como a like Robyn Marty fazem pouco das declarações de pessoas como o Republicano Rep. Glenn Gruenhagen por este afirmar o óbvio: alguns homens com "uma visão pervertida das mulheres" usam o aborto como forma explorarão. No entanto, não é difícil observar que Glenn Gruenhagen está correcto.
O aborto é uma violência (terminal) contra o ser humano que se encontra no ventre materno mas também uma práctica demoníaca que escraviza as mulheres.
O lobby feminista - que não se preocupa com a saúde das mulheres mas sim em formas de usar as mulheres para avançar com a sua visão marxista para a sociedade - não tem resposta para o facto do aborto ser um acto de violência contra as mulheres.
Uma das muitas coisas boas que a religião Judaico-Cristã trouxe para a Europa foi o valor e a dignidade da vida humana, desde a fase mais tenra até à velhice.
As religiões pagãs e humanistas, por outro lado, vazias de Uma Referência Absoluta para a moral, vão criando os conceitos de "humano" e "não humano" à medida que vão caminhando, deixando um rastro de sangue e morte por onde passam.
Este achado provavelmente levanta o véu do que acontecia a crianças "indesejáveis" antes da chegada do Cristianismo. Curiosamente, em países onde há uma forte indoutrinação ateísta (Inglaterra, China, Suécia, etc) o valor da vida humana voltou a cair para algo definido pela sociedade. Hoje em dia as sociedades de cariz mais anti-cristão impuseram a crença de que o bebé que está no ventre não é bem humano, e portanto, não há problemas em matá-lo.
A descoberta de 97 esqueletos de crianças com 40 semanas de gestação, numa vila romana, em Inglaterra, leva investigadores a pensar que ali havia um bordel.
Nas escavações de uma antiga vila romana, junta da localidade de Hambleden, no vale do Tamisa, em Buckinghamshire ( Inglaterra), uma equipa de arqueólogos britânicos fez uma estranha descoberta: uma vala do tempo romano, na qual foram encontrados os esqueletos de 97 crianças que não tinham mais de 40 semanas de gestação à data da sua morte. Os investigadores pensam que ali haveria um bordel e que aquelas eram crianças indesejadas e mortas à nascença.
"Não existe nenhum outro sítio onde se tenha encontrado algo assim", explicou o biólogo que fez o estudo dos esqueletos, Simon Mays, do English Heritage Centre for Archeology, citado pela BBC News online.
O sítio arqueológico foi descoberto há cem anos e identificado como uma vila romana, de proprietários abastados.
Na altura, o local foi estudado pelo naturalista e arqueólogo inglês Alfred Heneage Cocks, que deixou um relatório minucioso das escavações, durante as quais reuniu três centenas de caixas com artefactos, cerâmica e ossos. Elas foram recentemente redescobertas no Buckinghamshire County Museum, juntamente com o relatório das escavações, datado de 1921, e um acervo de fotografias.
Nesses registos, os arqueólogos encontraram indicações muito precisas sobre a localização dos pequenos esqueletos, que estavam enterrados sob paredes ou no pátio, mas todos próximos uns dos outros.
No seu relatório, no entanto, Alfred Heneage Cocks não dava grande relevância aos esqueletos.
A equipa que neste momento está a estudá-los conseguiu determinar que nenhum deles teria mais de 40 semanas de gestação. Ou seja, morreram à nascença, e os arqueólogos pensam que foram mortas propositadamente.
"A única explicação que temos é que haveria ali um bordel", adiantou à BBC a arqueóloga Jill Eyers, do Chiltern Archeology, que está a participar no estudo sobre os esqueletos.
No entanto, sublinha a arqueóloga, aquela poderia ser uma situação comum naqueles tempos, em que não existia uma contracepção eficaz.
Por outro lado, sublinha ainda a equipa, o infanticídio poderia não ser na época romana um comportamento tão chocante como hoje.
Registos arqueológicos desse tempo mostram que as crianças não eram então consideradas totalmente humanas antes dos dois anos, de acordo com a arqueóloga.
Os investigadores vão agora fazer os estudo genético dos esqueletos para tentar determinar o sexo e para perceber possíveis relações entre eles.
«A Associação para o Planeamento da Família ( APF ) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social ( IPSS ), fundada em 1967, federada na IPPF – International Planned Parenthood Federation. Tem, em Portugal, um protocolo com o Ministério da Educação relativo à educação sexual nas escolas.
“O único caminho que a IPPF e os seus aliados têm para ganhar a batalha a favor do aborto a pedido é através da educação sexual” . Alan Guttmacher (sucessor de M. Sanger), 1973
Desde a sua fundação que a IPPF/APFs tem despendido milhares de milhões de dólares para a promoção, em todo o mundo, da educação sexual, da esterilização, da contracepção, e do aborto. No Plano Estratégico Visão Ano 2000 (1992), aprovado unanimemente pelas 140 filiais nacionais (APFs) da IPPF, determina-se a luta e a estratégia para a abolição de todas as leis que ainda proíbem o aborto.
Planeamento Familiar = Aborto
Atente-se, a título de exemplo, nos USA: O aborto sempre foi a questão nº 1 para a PPFA (federação norte-americana das Associações de Planeamento Familiar). Esta organização possui a maior cadeia de clínicas de aborto nos USA: tem 900 clínicas, 130 das quais praticam o aborto. Em 1996 realizou 153.367 abortos nas suas clínicas e encaminhou 54.207 para outras. Nos últimos 28 anos realizou 2.500.000 abortos cirúrgicos: 46% são feitos em mulheres de minorias raciais, embora estas só constituam 20% da população. Defende o aborto para selecção sexual , por qualquer razão e em qualquer altura. Para além disso recomenda e distribui largamente ‘contracepção abortiva’ (MTX). Opõe-se a leis que obriguem ao consentimento informado, para quem quiser abortar, a períodos de espera para menores, ao consentimento ou notificação do pai ou do esposo, ao enterro ou cremação decente para os bebés abortados e ao estabelecimento de padrões para o licenciamento dos centros abortivos, que ajudariam a uma maior salvaguarda da saúde da mulher. Tentou forçar a Igreja Católica a prover à prática de abortos, em adolescentes, nos seus centros, levou a tribunal jornais liceais que se recusaram a inserir a sua publicidade e meteu processos judiciais para acabar com programas de educação sexual nas escolas baseados na castidade.
O documento Inventing the Future (1985), da National Organization for Adolescent Pregnancy and Parenting e da March of Dimes, foi elaborado com a cooperação activa das IPPF/APFs. O seu objectivo: conseguir que, no ano 2008, todos os que vão à escola sejam, a partir da puberdade, obrigatoriamente, “imunizados” contra a concepção (aos 21 anos a “imunidade” seria anulada por uma vacina).
Importa recordar que esses “imuno-contraceptivos” funcionam, na realidade, como abortivos precoces.
A IPPF/APFs colaboram, ainda, estreitamente com a UNFPA, a UNICEF e a OMS. Estas organizações, juntamente com o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, emitiram, em Agosto de 1998, um impresso chamado “Informação da Mesa Redonda sobre os Tratados dos Direitos Humanos, a partir da perspectiva da Saúde da Mulher. Acentuando os Direitos Sexuais e Reproductivos”. Partindo do princípio de que “os direitos humanos à saúde da mulher têm uns conteúdos, aceites internacionalmente, que transcendem a cultura, a tradição e as normas sociais” de cada povo, o texto afirma que “as legislações que proibam ou limitem o direito ao aborto [e] a liberdade reproductiva dos menores [o que inclui a contracepção, a esterilização e o aborto]” violam os direitos humanos .
Em Portugal foi público e notório o papel activíssimo que a APF teve na defesa da liberalização total do aborto, até às 10 semanas, aquando do referendo de 1998. O Presidente da República aproveitou a primeira ocasião, a seguir ao referendo em que o Não a essa liberalização saiu vencedor, para condecorar a APF, como já foi referido, com a “Ordem de mérito público”.»
*Nota: em 2007 o director-executivo da APF, inevitavelmente, festejou a liberalização abortiva das 10 semanas.
«Os países civilizados condenaram médicos alemães em Nuremberga por terem feito abortos. Na altura isso foi considerado um crime contra a Humanidade. (Julgamento de Nuremberga, USGPO, Vol. IV, p.610).» Slogan: os outros países
Partido NacionalSocialistaAlemão dos Trabalhadores
Na base da bomba atómica está uma reacção em cadeia que leva à libertação de grandes quantidades de energia. A grande questão que se colocava aos cientistas era saber como parar reacção de forma a que o seu efeito fosse local. Como é obvio, fazer uma bomba que vai matar longe pareceu aceitável; agora, fazer uma bomba que entrava numa reacção em cadeia, interminável, e que acabava por matar os próprios americanos, já lhes pareceu completamente inaceitável. Portanto, os arquitectos da bomba tiveram de garantir uma bomba que matava aquelas pessoas MAS só aquelas pessoas.
Naturalmente, os cientistas poderiam ter começado por discutir se uma bomba atómica é aceitável. Mas agora isso não interessa. Deste episódio tristíssimo, o que nos interessa reter agora é que os cientistas só deram a bomba por pronta quando descobriram a forma de travar o processo. Da mesma forma se pode questionar a legitimidade de entrar no útero da mãe e trucidar a frio um ser humano que já lá está a crescer e desenvolver-se. Mas por momentos vamos colocar-nos na posição dos defensores do aborto e dos cientistas que fizeram a bomba. Vamos assumir que abortar e riscar uma cidade do mapa são actos aceitáveis em certas circunstâncias.
(...)
1. Em 1984 a Zita Seabra liderou o processo de legalização do aborto. Este foi legalizado em certos casos até às 12 semanas. Mais tarde, sem ninguém dar conta e sem qualquer contestação social, o aborto foi legalizado até às 16 semanas (é o processo descontrolado!!). Em 1997 a Zita Seabra declarou-se contra os projectos de lei mas, naturalmente, ninguém quis saber da sua opinião. Sem a legalização de 84 não haveria os projectos de 97. Portanto, a Zita Seabra iniciou uma reacção em cadeia que a ultrapassou completamente e que ela, embora tentasse, não conseguiu travar.
2. Nos perto de 60 países do mundo que neste momento têm aborto a pedido (i.e., basta que a mãe peça o aborto para que lhe seja feito), a legalização começou pelo aborto em caso de violação e deficiências graves. Ou seja, aceitou-se o aborto nos chamados Hard Cases como primeiro passo para aborto em All Cases. Mais uma vez tivemos um processo que não se conseguiu travar… a menos que a ideia fosse mesmo essa…
3. Em 1973 os EUA legalizaram o aborto a pedido até aos nove meses. Depois foram feitas mais e mais legalizações intermédias até que em 1986 legalizaram a morte de bebés recém-nascidos, a pedido dos pais, no caso de terem alguma deficiência. Portanto, os Estados Unidos da América, a maior potência científica, económica e militar de todos os tempos, no apogeu do seu poderio, legalizaram o infanticídio.
4. Em 1997 foi usada a seguinte argumentação em Portugal: “há certas deficiências que só podem ser detectadas depois das 16 semanas. Se a lei não permite abortar depois das 16 semanas é o fim do diagnóstico pré-natal em Portugal porque não se pode dizer ao casal que o filho é deficiente mas que já não o pode abortar”.
Qualquer pessoa observa facilmente que este argumento pode ser usado até aos nove meses e mesmo depois disso: “há deficiências que só podem ser detectadas às 30 (ou 40, 41, 42, 50) semanas. Impedir o aborto (infanticídio) antes das 30 (ou 40, 41, 42, 50) semanas é o fim do diagnostico pré-natal em Portugal porque não se pode dizer ao casal que o filho é deficiente mas que já não pode abortar”.
Em boa verdade este argumento é o fim do diagnóstico post-natal. Proibir o infanticídio acaba com a pediatria porque nenhum médico pode dizer ao casal que o seu filho é deficiente mas já não o podem matar. Mais uma vez temos o processo desenfreado.
5. A reacção em cadeia leva a seguinte trajectória de legalizações:
(a) Aborto cada vez em mais casos por razões económicas será o próximo passo e até mais tarde a meta, para já, são os cinco meses ;
(b) Infanticídio de deficientes como nos EUA ;
(c) Eutanásia inicialmente será voluntária mas tendencialmente passará a obrigatória pela aplicação de leis indirectas: supressão total ou parcial de benefícios da Segurança Social ou a possibilidade legal da família poder decidir pelo parente;
(d) Esterilização forcada dos deficientes, dos criminosos e dos idiotas que já começou na China, já foi feita na Suécia, etc.;
(e) Eliminação sumária dos deficientes profundos;
(f) Eliminação de deficientes e idiotas (QI<30,40);
(g) Eutanásia cada vez em mais casos: dos loucos, dos “homeless”, dos deficientes de trabalho a mais de 90%, etc.
(h) Aborto semi-forçado de bebés com deficiências menores. O Governo recusar-se-á a pagar o tratamento, por exemplo, de bebés que vão precisar de hemodiálise e os pais, não tendo como pagar, vêem-se forçados a abortar ;
(i) Aborto semi-forçado de pessoas com deficiências genéticas que só se manifestarão aos 5 (10, 15, 20, 30, 50 ou 60) anos.
(z) O último a morrer, apague a luz?
Aparentemente os "serviços médicos" que a Planned Parenthood faz resumem-se a matar o bebé. Isto só surpreende que ainda pense que as feministas não tem um demoníaco desejo de matar bebés.
Mas Deus ainda é Deus, e cada bebé assassinado via abortiva vai ser vingado por Aquele a Quem todos nós temos que prestar contas.
Aproveitamento da condição de concebido, desenvolvido e nascido, para lutar pela legalização da matança de concebidos iguais a ele, com o objectivo de impedir que se desenvolvam e nasçam.
«Fui concebido, desenvolvi-me, nasci e estou vivo. Agora quero o aborto legalizado, seus hipócritas!» ____________________________________________________________
«Vejo que todos os que defendem o aborto, já nasceram.» Ronald Reagan
O aborto é terminar a vida dum ser humano indefeso e inocente, mas um dos argumentos usado pelos defensores da matança de bebés é o de "não se saber quando começa" a vida humana. Supostamente, como "não se sabe", todos aqueles que são contra a matança de bebés podem até estar a conferir direitos humanos a aquilo que (segundo os aborcionistas) ainda não é humano.
Mas esta posição é ridícula a vários níveis. Primeiro, como já mostrou o Jairo neste post, há formas de se saber que o ser que está no ventre materno é humano:
Biologia:
Não há ser mais ou menos humano do que outro. Ou se é humano, ou não se é humano. Humanidade não se adquire com tempo ou nutrição, ela é inata. Quem não é humano, não se tornará humano jamais, por mais tempo que passe e por mais nutrido que seja.
Mas vamos assumir que, contrariamente ao que os dados mostram, "não sabemos" se o ser é um ser humano ou não. Qual seria o passo lógico a tomar em relação ao aborto? Para ilustrar melhor este ponto, deixo aqui dois exemplos ditos por amigo do Facebook.
Mesmo que não se saiba se o feto é ou não humano, é sempre mais seguro agir segundo a posição de que é humano. Kreeft usou um exemplo da caça:
Imaginem que vocês estão a caçar e de repente notam alguns movimentos no arbusto alguns metros à frente. Vocês sabem que há outros caçadores nesta mata mas não sabem se o que está nos arbustos é um ser humano, um animal ou só o mover causado pelo vento. Qual é o passo mais seguro?
Se tu arriscas e disparas, podes ser acusado de negligência criminosa porque não sabias quem estava lá. Poderia ser uma pessoa, mas tu atiraste para matar.
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Agora imagina que vais a conduzir durante à noite e notas um conjunto de roupas no meio da estrada. Parece que se move e pode ser só o vento, mas também pode ser um sem-abrigo bêbado ou um tóxico dependente desmaiado e deitado no caminho. Donde tu estás não consegues ter a certeza. Qual é a melhor opção? O que é que dirias?
Bem, não deve ser nada. Vou mas é acelerar e passar por cima do que eu penso ser um conjunto de roupas e nada mais.
Neste exemplo, bem como no primeiro, é sempre melhor assumir que se trata dum ser humano (mesmo que não tenhamos forma de confirmar do lugar onde estamos) porque se adoptarmos a posição de que não é um ser humano e errarmos, as consequências são bem mais graves.
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As aborcionistas, por outro lado, alegam que "não sabem" se é um ser humano, no entanto operam segundo a posição de que não é um ser humano. Das três uma:
Ou elas conscientemente sabem que é um ser humano, e mesmo assim suportam a sua matança - isto torna-as em assassinas premeditas;
Elas verdadeiramente não sabem se é ou não um ser humano - neste caso tem que explicar o porquê de operar segundo uma via que mata aquele que pode ser humano. (Se não sabem se é ou não um ser humano, o mais seguro é suspender a matança até que se saiba.)
Elas acreditam que não é um ser humano mas mentem quando dizem que "não sabem".
Estou mais inclinado a acreditar que as feministas assumem que o feto não é um ser humano, e como tal, para elas não há mal em matar o bebé. Aliás, algumas feministas tem sido vocais em afirmar que o bebé não é humano. Se esta é sua posição, então é o seu dever oferecer algum tipo de argumento que suporte a noção de matar um feto não é matar um ser humano.
Até lá, o mais ético e moralmente correcto é terminar com a matança.
"Se o ovo fertilizado não é nele mesmo humano, então nunca se poderia tornar num humano porque nada mais é acrescentado a ele [até nascer]"
(Jérôme Lejeune, geneticista, e responsável pela descoberta do síndrome de Down)
"É cientificamente correcto afirmar que vida humana individual inicia no momento da concepção."
(Dr. M. Matthew Roth, Universidade Médica de Harvard)
«Quando a lei, votada segundo as chamadas regras democráticas, permite o aborto, o ideal democrático, que só é tal verdadeiramente quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana, é atraiçoado nas suas próprias bases: Como é possível falar ainda de dignidade de toda a pessoa humana, quando se permite matar a mais débil e a mais inocente? Em nome de qual justiça se realiza a mais injusta das discriminações entre as pessoas, declarando algumas dignas de ser defendidas, enquanto a outras esta dignidade é negada? Deste modo e para descrédito das suas regras, a democracia caminha pela estrada de um substancial totalitarismo. O Estado deixa de ser a "casa comum", onde todos podem viver segundo princípios de substancial igualdade, e transforma-se num Estado tirano, que presume poder dispor da vida dos mais débeis e indefesos, como a criança ainda não nascida, em nome de uma utilidade pública que, na realidade, não é senão o interesse de alguns. (...) É totalmente falsa e ilusória a comum defesa, que aliás justamente se faz, dos direitos humanos – como por exemplo o direito à saúde, à casa, ao trabalho, à família e à cultura, – se não se defende com a máxima energia o direito à vida, como primeiro e frontal direito, condição de todos os outros direitos da pessoa.» João Paulo II
«Defendemos a inviolabilidade da Vida Humana, desde a concepção até à morte natural»