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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O Holocausto dos inocentes

Em três anos e meio foram perpetrados mais de 63 mil abortos ‘legais’ em Portugal.

Os custos ascenderão a 100 milhões de euros, montante que equivale a 206.186 salários mínimos nacionais...

Acresce que as mulheres que praticam aborto têm isenção de taxas moderadoras (e não será a IVG o acto que mais a justificaria?), podem cometê-lo sem restrições ou limitações, têm direito a um pagamento que só o extremo mau gosto permitiu denominar como “subsídio social de maternidade” (Decreto-Lei n.º 105/2008, art.º 2.º, n.º 4), e mesmo de despesas com a deslocação às unidades de saúde, neste caso quando sejam oriundas dos Açores ou da Madeira...

Seria assim tão cruel a lei prescrever que essas mulheres tivessem as crianças, permitindo depois que a estas fossem encontrados, entre tantos casais que sofrem de infertilidade involuntária, projectos de vida em famílias de adopção?

É preferível a crueldade com quem não se pode defender?

Que raio de sociedade é esta que vira a cara e convive bem com estes crimes?

(Fonte)

Manuel Pizarro: "Matamos bem, pá!"

Do meu ponto de vista, é um motivo de satisfação e de orgulho, que eu quero partilhar com todos os profissionais do SNS e com todas as instituições, que o SNS, num período tão curto, tenha sido capaz de criar estruturas organizativas que permitem a todas as mulheres que optam pela interrupção voluntária da gravidez terem uma resposta dos serviços de saúde”, afirmou ontem Manuel Pizarro, o secretário de estado contra a Saúde.

(Fonte)

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Cancioneiro Abortista

"Já imaginaram a miséria que é ter um filho porque não se teve dinheiro para pagar um aborto? "

Fernanda Câncio, durante a campanha pela legalização e financiamento estatal da matança de bebés portugueses.

Que miséria ele ter nascido, só porque não houve dinheiro para o matar...



Editado: Para confirmar a citação clicar no link e procurar o último texto dessa página.

A Festa da Morte

Em 2007...

"Houve uma alegria incontida na sala do Altis (...) Às 20 horas, soltaram-se enfim as gargantas (...) aplausos. Vitória! Vitória! Vitória!(...)
Maria Antónia Palla,
combatente de longa data pela despenalização do aborto, não escondia a emoção (...) Compete agora à Assembleia da República a alteração urgente da lei", acentuou Marta Crawford (...) O serão era de festa entre os adeptos do "sim".
A socialista Marta Rebelo cumprimentava o social-democrata Vasco Rato. O escritor Rui Zink abraçava a jornalista Leonor Xavier. Helena Pinto, deputada do Bloco de Esquerda, lançava um sorriso cúmplice ao líder da Juventude Socialista, Pedro Nuno Santos. Também satisfeito, mas de semblante muito mais tranquilo, o ex-líder parlamentar do PCP, Octávio Teixeira(...) O secretário-geral da CGTP( Manuel Carvalho da Silva) circulava entre a pequena multidão (...) Ali acorreram também o juiz Eurico Reis, a actriz São José Lapa, o apresentador José Carlos Malato, a escritora Inês Pedrosa, a actriz Sandra Cóias e o ex-deputado da UDP Mário Tomé. Ana Drago, do Bloco de Esquerda, não escondia a satisfação, tal como Maria João Sande Lemos(...) Maria José Alves, um dos rostos principais da campanha pelo "sim", foi brindada com a maior ovação da noite (...) O 'sim' ganhou! (...) o 'sim ganhou! (...) esta médica obstetra, que suscitou nova onda de aplausos... Portugal junta-se aos restantes países da Europa ocidental no respeito pelos direitos humanos.(...) Duarte Vilar, também muito aplaudido (...) Vamos festejar", gritou alguém."

Em 2011, segundo números referidos no site Portugal Pró-Vida...


A Lei do Aborto já matou 66670 bebés portugueses!

O video abaixo (atenção, imagens muito chocantes), mostra qual o acto cuja legalização foi festejada em 2007:


*A última imagem é a de um bebé com 24 semanas. Em Portugal também é legal matar um bebé que tenha até 6 meses de vida, se ele for deficiente.


Passados praticamente quatro anos, continuarão aquelas personalidades satisfeitas e a festejar a matança de inocentes e indefesos como se fosse "respeito pelos direitos humanos"?


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