segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Feto é morto e decapitado pela enfermeira



Aviso!

O vídeo que se segue contém imagens chocantes. Só clique para assistir se realmente achar que consegue suportar. 
Como se não bastasse ter sido abortado, foi também cruelmente decapitado pela enfermeira.





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domingo, 27 de janeiro de 2013

Aborto com estrangulamento do feto



Aviso!

O vídeo que se segue contém imagens extremamente chocantes. Só clique para assistir se realmente achar que consegue suportar.






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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Feto é abortado com película amniótica intacta



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sábado, 19 de janeiro de 2013

O previsível regresso da Solução Final

Hospitais ingleses estão a matar os recém-nascidos à sede e à fome quando eles nascem com problemas físicos. Isto é o que o Daily Mail revelou

Médicos descrevem o horror que é ver crianças a morrer desidratadas durante um período de até 10 dias. Os pais aceitam que os bebês sejam mortos e as crianças entram em um protocolo de morte idêntico ao que é usado com os idosos. Isto ocorre no "Liverpool Care Pathway", onde mais de 130 mil idosos foram já mortos. Sabe-se agora que este hospital mata também os recém-nascidos. Isto é a normalização da "eutanásia de crianças". 
 
Como é normal, tudo começou com "boas intenções" - aliviar "o sofrimento" do idoso - mas rapidamente se tornou naquilo que era o propósito inicial, matar idosos. Não contentes com isso, essa práctica mortífera foi agora expandida de modo a que crianças inocentes possam também ser vítimas deste método progressista, secular e moderno.

E assim, passo a passo, vão sendo assassinados os mais indefesos da sociedade. Por enquanto, isto é aplicado junto daqueles que não conseguem levantar qualquer tipo de auto-defesa (cobardia, portanto), mas como o Mal só caminha numa direcção, aqueles que ainda têm voz na forma como querem ser tratados vão ser sujeitos a estes métodos. 
 
Aquilo que há 60 anos era algo que "nunca mais se iria repetir" é hoje práctica comum num dos hospitais duma das maiores cidades dum dos países mais desenvolvidos do mundo. 
 
Surpresa? Não. "Progresso".
 
Via

Bebé encontrado em caçamba de detritos!




Recém nascido encontrado ainda com o cordão umbilical... crueldade.




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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Feto Pequeno e Grande em Sofrimento


Aviso:

O vídeo que se segue contém imagens EXTREMAMENTE chocantes e horríveis. Só clique para assistir se realmente achar que consegue suportar.

Fetos de duas idades gestacionais são arrancados do útero.





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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Bebé morto e o coração palpitando vivo


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Um coração que ainda bate...





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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Feto é arrancado lentamente do útero


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D. Manuel Felício pede coragem para pôr em causa lei do aborto

O bispo da Guarda afirmou que a sociedade portuguesa tem de ter a “coragem” para repensar e pôr em causa a lei do aborto.

Se nós, portugueses, queremos ser, de verdade, cidadãos sérios e responsáveis pela sustentabilidade da sociedade que nos está confiada, temos de assumir a coragem de pôr em causa esta lei e procurar caminhos novos de acolhimento às crianças, que são, de facto, o nosso futuro”, afirmou D. Manuel Felício esta terça-feira, na homilia na solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus.

A taxa de natalidade portuguesa é “aflitiva”, constituindo o “grande factor de desequilíbrio que mais nos afecta” sustenta o bispo, que preconiza a necessidade de se promover a família.

Temos de ter também a coragem de promover as nossas famílias e dar-lhes condições, para exercerem com dignidade o seu estatuto de serviço à sociedade”, refere na homilia que assinala também o Dia Mundial da Paz, instituído em 1967 pelo Papa Paulo VI.

Para o prelado, os portugueses devem “questionar” a legislação familiar, pois não há direito de querer confundir as autênticas famílias organizadas num matrimónio estável, feitas de marido e esposa, pais e filhos, com outros supostos modelos de família que não passam de uniões de facto”.

D. Manuel Felício dirige ainda uma palavra aos decisores políticos para que se “empenhem em criar condições para que todos possam trabalhar”, mesmo sem a oferta dos empregos tradicionais.

Nas zonas de interior, “já bastante desertificadas”, continuam a existir “potencialidades próprias, capazes de produzir bens que outros meios não produzem” e que com “imaginação e criatividade” podem ajudar a “abrir caminhos novos do desenvolvimento e da economia”.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Sexo em troca de aborto



Aviso!

Só abram se realmente tiverem certeza que conseguirão suportar as terríveis cenas de um aborto clandestino > feito por um 'médico' < que pede sexo em troca do aborto para as 'pacientes'.



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A agonia


sábado, 5 de janeiro de 2013

Artigo científico defende como moralmente aceitável a morte de um recém-nascido

Um artigo publicado na última semana de Fevereiro pelo Journal of Medical Ethics defende que deveria ser permitido matar um recém-nascido nos casos em que a legislação também permite o aborto. A polémica segue em crescendo. A autora do texto já recebeu ameaças de morte.

O artigo em causa (clique aqui para a versão html , ou aqui para descarregar uma versão pdf, ambas em inglês), aceite por aquela publicação científica ligada ao British Medical Journal intitula-se “After-birth abortion: why should the baby live?”, que se poderia traduzir como “Aborto pós-parto: por que deve o bebé viver?”. É assinado por Francesca Minerva, formada em Filosofia pela Universidade de Pisa (Itália) com uma dissertação sobre Bioética, que se doutorou há dois anos em Bolonha e é uma investigadora associada da Universidade de Oxford, em Inglaterra. 

A sua polémica tese é a de que o “aborto pós-nascimento” (matar um recém-nascido”) deve ser permitido em todos aqueles casos em que o aborto também é, incluindo nas situações em que o recém-nascido não é portador de deficiência”.

Esta ideia – entendida pelos leitores mais críticos do artigo como um apelo à legalização do infanticídio – é a conclusão de um debate moral que a autora, em conjunto com outro investigador que co-assina o artigo – Alberto Giubilini –, tentam fazer partindo de três princípios: 1) “o feto e um recém-nascido não têm o mesmo estatuto moral das pessoas”; 2) “é moralmente irrelevante o facto de feto e recém-nascido serem pessoas em potência”; 3) “a adopção nem sempre é no melhor interesse das pessoas”.

Os autores sustentam, assim, que matar um bebé nos primeiros dias não é muito diferente de fazer um aborto, concluindo (ao contrário dos movimentos pró-vida) que desse modo seria moralmente legítimo ou deveria ser aceite que se matasse um recém-nascido, mesmo que este seja saudável, desde que a mãe declare que não pode tomar conta dele.

Face à polémica que se gerou em torno desta leitura, o editor do jornal veio a público defender a publicação do texto, com o argumento de que a função do jornal é a de apresentar argumentos bem sustentados e não a de promover uma ou outra corrente de opinião. Porém, outros cientistas e pares de Francesca Minerva qualificam a tese do artigo como a “defesa desumana da destruição de crianças”.

Como editor, quero defender a publicação deste artigo”, afirma Julian Savulescu, num texto que pode ser consultado online. “Os argumentos apresentados não são, na maioria, novos e têm sido repetidamente apresentados pela literatura científica por alguns dos mais eminentes filósofos e peritos em bioética do mundo, incluindo Peter Singer, Michael Tooley e John Harris, em defesa do infanticídio, que estes autores denominam como aborto pós-nascimento”, escreve Savulesco.

As reacções viscerais ao artigo incluem ameaças de morte endereçadas à autora, que admitiu que os dias seguintes à publicação e divulgação do artigo foram “os piores” da sua vida. Entre as mensagens que lhe foram enviadas, há quem lhe deseja que “arda no inferno”.

O que é mais perturbador não são os argumentos deste artigo, nem a sua publicação num jornal sobre ética. O que perturba é a resposta hostil, abusiva e ameaçadora que desencadeou. Mais do que nunca a discussão académica e a liberdade de debate estão sob ameaça de fanáticos que se opõem aos valores de uma sociedade livre”, sublinha o editor.

O artigo afirma que, tal como uma criança por nascer, um recém-nascido ainda não desenvolveu esperanças, objectivos e sonhos e, por essa razão, apesar de constituir um ser humano, não é ainda uma pessoa – ou alguém com o direito moral à vida. Pelo contrário, os pais, os irmãos e a sociedade têm metas e planos que podem ser condicionados pela chegada de uma criança e os seus interesses devem vir primeiro.

* * * * * * *
Por acaso, o mais perturbador é mesmo a proposta de legalizar a matança de bebés para casos em que "a mãe não pode tomar conta dele".

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Bispo do Porto critica a lei do aborto

O Bispo do Porto defende que só há paz se houver protecção da vida e por isso critica a lei do aborto e realça os valores da família.

Na homilia da missa de Ano Novo, D. Manuel Clemente apelou à solidariedade entre os portugueses

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