sábado, 21 de julho de 2012

Político do Azerbaijão quer banir a práctica do aborto


Oficial do Azerbaijão propôs o término do aborto neste país do Sul do Cáucaso, afirmando que a amplamente disseminada práctica do aborto selectivo é uma "selvajaria" e um "assassínio". Hadi Rajabli afirmou:
Em muitos países do mundo o aborto é considerado como a matança dum ser humano. A destruição de crianças por nascer, quando elas ainda se encontram no útero da sua mãe, não se justifica nem por motivos humanitários e muito menos religiosos.

Nós acreditamos, portanto, que tal proibição deveria ser introduzia no Azerbaijão.

Matar um bebé devido ao seu género pode ter consequências sérias. Isto é um assassínio que não pode ser justificado de maneira nenhuma.

No Azerbaijão 112 rapazes nascem por cada 100 raparigas. O rácio sexual natural é o de 105 rapazes por cada 100 raparigas.

Fonte

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Porque é que este homem ainda não está preso?

O Hospital Beatriz Ângelo, de Loures, revelou esta quarta-feira que dispensou os serviços do ginecologista suspeito de realizar abortos ilegais no hospital de Torres Vedras, logo que o caso foi conhecido.

Fonte do Hospital Beatriz Ângelo disse à Lusa que o médico, a exercer aí funções em regime de prestação de serviços, "foi dispensado mal saíram as notícias que o indiciavam de aborto ilegal em Torres Vedras".

No início de Junho, também o Centro Hospitalar de Torres Vedras tomou idêntica decisão. A Inspecção Geral das Actividades da Saúde decidiu remeter ao Ministério Público o caso do médico suspeito de realizar abortos ilegais no hospital de Torres Vedras, segundo o respectivo relatório de averiguações, a que a Lusa teve acesso.

De acordo com o relatório do processo de averiguações, datado de 12 de Junho, a Inspecção Geral das Actividades da Saúde (IGAS) decidiu dar conhecimento das conclusões a que chegou ao Ministério Público.

O ginecologista efectuava abortos ilegais a troco de dinheiro na urgência do Centro Hospitalar de Torres Vedras, que entretanto já suspendeu o contrato com o médico. O caso foi noticiado pela RTP, no âmbito de uma investigação jornalística, após uma denúncia de uma mulher. O médico pedia entre 350 a 400 euros às mulheres grávidas para efectuar o aborto.

Num relatório que foi também entregue à Ordem dos Médicos e Direcção Geral da Saúde, IGAS concluiu que "fica provada a utilização abusiva de meios complementares de diagnóstico e de terapêutica por parte do médico visado e de outros, o que pode configurar a prática do crime de peculato de uso e de participação económica em negócio".

Fonte

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Sai deste hospital, mas vai continuar a fornecer os seus "serviços" assassinos noutra freguesia.

O dinheiro fala mais alto.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Caso de aborto ilegal no hospital de Torres Vedras remetido para o Ministério Público

A Inspecção Geral das Actividades da Saúde decidiu remeter ao Ministério Público o caso do médico suspeito de realizar abortos ilegais no hospital de Torres Vedras, segundo o respectivo relatório de averiguações, a que a Lusa teve hoje acesso.

De acordo com o relatório do processo de averiguações, datado de 12 de Junho, a Inspecção Geral das Actividades da Saúde (IGAS) decidiu dar conhecimento das conclusões a que chegou ao Ministério Público.

O ginecologista efectuava abortos ilegais a troco de dinheiro na urgência do Centro Hospitalar de Torres Vedras, que entretanto já suspendeu o contrato com o médico. O caso foi noticiado pela RTP, no âmbito de uma investigação jornalística, após uma denúncia de uma mulher.

Fonte

sábado, 14 de julho de 2012

Por favor, feministas, defendam esta mulher.

video

Não sei quantas vezes é preciso dizer isto, mas vamos lá:
  • Todos os abortos matam um ser humano inocente. Todos sem excepção.
  • Não existem "abortos seguros" uma vez que todos os abortos acabam com a vida dum bebé indefeso, inocente e frágil.
Em relação ao video em si; ficamos à espera que alguém que defende a matança de bebés inocentes diga o porquê de ser moralmente errado enterrar bebés vivos.




 




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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Ignorando o fundamental

Texto Fictício

Alemanha, 1941

Uma nova polémica está instalada na sociedade alemã e o tema da descriminalização da perseguição aos judeus volta a estar na ordem do dia.

O ministro dos transportes públicos do governo nazi  afirmou hoje que a proposta para o fim da comparticipação estatal nos custos de transportes públicos, nomeadamente para os judeus forçados a sair da Alemanha, pode ser considerada desde já, mas, a ser aplicada, será só no próximo ano.

Num artigo publicado no jornal oficial da juventude hitleriana, um cronista considerou ofensivo que o extermínio de judeus seja grátis. Citando:

"O estado não deve considerar que é crime tratar um judeu como um animal ou uma coisa. sim senhora, mas também não deve instituir a opressão dos judeus como função do estado. Perseguir judeus não é um dever do estado, meus caros. Se um alemão quer matar um judeu, tem bom remédio: pagar do seu bolso."

Entretanto, membros influentes do partido nazi propõem que os custos das execuções sejam assumidos por quem decida matar judeus. Uma fonte anónima declarou "não queremos estigmatizar os genocidas, queremos apenas aplicar um princípio ao genocídio dos judeus, que é aplicado a qualquer outro acto cívico"

Numa entrevista à rádio, o Fuhrer Adolfo criticou estas posições, dizendo que elas revelam mau perder e desejo de vingança contra as leis de Nuremberga, aprovadas por um governo eleito democraticamente.
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segunda-feira, 2 de julho de 2012

A contradição do abortista Luciano Ayan

Quando eu abri este blogue, a reacção do Luciano Ayan  [ ver comentários a este texto] foi a seguinte:


  1. Olá Luciano, aproveito para informoar sobre a abertura de novo blogue:
    Cumprimentos.

    29 de janeiro de 2011 em7:38 pm
    • Ola Jairo,
      Gostei da idéia deste blog, bastante focada.
      Vou adicionar nos links.
      Abração,
      LH

      lucianohenrique
      31 de janeiro de 2011 em8:52 pm
O Luciano, que entretanto se assumiu ateu, agora diz que é favorável ao aborto em algumas circunstâncias. Concepção originada num estupro, fase inicial da gravidez, acefalia do feto, etc. Também já escreveu não se importar se o aborto é aprovado. Diz que não "dá a mínima". Por afirmações deste tipo, já que no passado  eu tinha  divulgado e apoiado muitos textos do Luciano quando ele dizia ser e escrevia como cristão, achei necessário esclarecer que passei a considerá-lo um adversário.

Na resposta que ele deu a esse texto [ comentada por mim aqui ] , escreveu  uma frase que é contraditória com a declaração que citei acima. Sublinhado meu:

« Eu tenho a OPINIÃO de que o aborto não é um problema, desde que a criança não tenha ainda um desenvolvimento que a habilite a sentir dor. Ou seja, não é um animal lutando por sua sobrevivência ou anseiando por ela. Na verdade, nem esse instinto surgiu ainda. Isso nos primeiros estágios de gestação. Explico. Eu sou um fã de Arthur Schopenhauer. Segundo ele, “a maior felicidade é não nascer”. Então, essa “valorização da vida a qualquer custo” nunca foi parte de minhas crenças. É assim que sou.»

Se aquilo que ele chama "valorização da vida a qualquer custo" NUNCA foi parte das suas crenças, então,

a) ou mentiu quando escreveu isso,

b) ou mentiu quando escreveu que gostava da ideia deste blogue, "bastante focada".

Não sendo possível que as duas declarações sejam verdadeiras ( uma desmente a outra), e como as duas foram escritas pelo Luciano, é obrigatório concluir que o sujeito é um mentiroso.

Agora, o Luciano também alega que que ser contrário ao aborto em qualquer circunstância, é ser cúmplice com a legalização de abortos irrestritos. Desta maneira, devolve-me a acusação que  lhe fiz:
 « o Jairo, com seu extremismo anti-aborto (até contra a pílula do dia seguinte) está sendo mais danoso à vida das “crianças inocentes” do que parece. Ele poderia até dizer que “pelo menos está em paz com a consciência”. Mas aí seria egoísmo, não? (...) Enfim, o importante é que Jairo (...) talvez devesse pensar em fazer um exame de consciência. Uma mínima auto-crítica já mostraria que ele é mais responsável por abortos irrestritos e eutanásias forçadas do que pensa ser. »
O Luciano, e alguns dos seus leitores, defendem que a minha posição é "fanatismo religioso" e que eu não tenho o direito de impor a minha religião aos outros, como seria a proibição do aborto mesmo em casos de estupro. Teoricamente, isso seria útil aos que defendem o dito "extremismo oposto" do aborto irrestrito.

No entanto,  nenhum deles demonstrou onde está o meu fanatismo religioso, ou sequer que é uma convicção (subjectiva) religiosa, ser contra a imoralidade de matar seres humanos inocentes e indefesos, seja qual for o seu estágio de desenvolvimento e independentemente da maneira como foram concebidos.

Ainda que fosse "religiosa", por que estaria essa ideia errada ? Quem disse que "religioso" é sinónimo de "falso"? Em vez de argumentar, o Luciano passou para o lado dos que diabolizam uma posição, adjectivando-a e atribuindo-lhe uma origem religiosa.

Será que as pessoas concebidas numa violação, também são fanáticos religiosos e fundamentalistas, quando defendem que o aborto é errado nesses casos? Quem sabe, quando essas pessoas querem e defendem para os outros o mesmo direito à vida que lhes foi concedido,estão a ser fanáticas e a tentar oprimir a sociedade com as suas "crenças religiosas"...

No meu caso pessoal, nem sempre defendi que o aborto é errado em caso de violação. Mas quando comecei a ler mais sobre o assunto, encontrei textos de pessoas que defendiam essa posição, como o Bernardo Motta, e percebi que estava errado. Não encontrei nessas argumentações nenhum tipo de fanatismo religioso. Não encontrei sequer argumentos religiosos. Portanto, eu sei por experiência própria que a teoria do Luciano é falsa. Se a argumentação contra o aborto, sem excepções, dependesse de fanatismo religioso e fosse assim tão repugnante, eu, que à data não dava muita importância à religião, nunca teria sido convencido por esses argumentos.

As pessoas que seguem o blogue, aqui e no facebook, sabem que somos contrários ao aborto em qualquer circunstância, mesmo no caso de violação. Fazemos questão de lembrar isso na página das FAQ´s e de publicar textos sobre o assunto. De acordo com os nossos registos, a tendência do número de seguidores e de leitores do blogue é o aumento.

É claro, o Luciano pode dizer que tudo isto são evidências anedóticas, apenas casos pessoais e excepções  que não negam a regra. Mas ele nunca deu exemplos que confirmassem a suposta regra: "ser contrário ao aborto em qualquer circunstância é dar pontos e adeptos aos que defendem o aborto irrestrito." O Luciano acusa-me de cumplicidade com abortos, mas não prova isso.

Não é verdade que as pessoas que defendem a posição que o Luciano considera extremista estejam condenadas a ser expulsas do "debate" e dos "salões do poder". Casos como os da Hungria mostram que a cultura da morte não é irreversível. Recentemente, a maioria do povo desse país aprovou uma constituição que garante o direito à vida desde o momento da concepção.

A realidade também desmente que ser favorável ao aborto em alguns casos é uma posição "moderada", que dificulta o avanço da legalização de abortos irrestritos. O Luciano é irresponsável quando escreve essa mentira. Ele sabe que essa dita "moderação" é absolutamente necessária, fundamental e existente em todos os processos legislativos de liberalização irrestrita do aborto. Dos EUA a Portugal, a caixa de Pandora abortista abre-se sempre com algumas "excepções".

Como é óbvio, o primeiro passo para liberalizar totalmente o aborto são as primeiras "excepções". E a legalização das primeiras "excepções" é sempre a derrota da posição contrária ao aborto em qualquer circunstância. Quando esta posição vigora, não há avanço do aborto irrestrito. Quando esta posição é derrubada, está dado o primeiro e necessário passo para a legalização progressiva do aborto irrestrito. Isto é tão simples como somar 2+2. O Luciano está absolutamente errado.

Por último,  nunca ouvimos o Luciano reconhecer as suas "culpas" por ter apoiado este blogue. Aliás, à data de hoje, o Luciano mantém na sua lista de links o endereço desta página, na qual ele sabe que se defende uma posição contrária ao aborto, sem excepções. Se ele acreditasse que ser contrário ao aborto, sem excepções, é ser cúmplice com abortos, então, antes de me atacar, teria de reconhecer o seu erro por ter apoiado, divulgado ( e ainda divulgar) o blogue criado para e onde eu defendo essa posição.

É óbvio que Luciano não se pode dizer adversário da agenda esquerdista e, ao mesmo tempo, dizer que é favorável ao aborto em alguns casos e que "não dá a mínima" se o aborto for aprovado. Na melhor das hipóteses, ele é um idiota útil à agenda do marxismo cultural.

Para refutar isto, o Luciano sabe que não tem argumentos. Quando se lembrou ele de atacar os que são contra o aborto em qualquer circunstância, dizendo que esses é que são responsáveis por abortos? Só quando eu demonstrei que a sua nova posição sobre o aborto ( "estou nem aí se o aborto é aprovado" sic ), significa cumplicidade com os criminosos que legalizam a matança de crianças.

Até aí, nunca o Luciano se tinha lembrado de escrever a sua nova teoria, supostamente fundamentada numa interpretação da estratégia gramsciana. Ou ele teve um  insight espontâneo, ou está a sacudir a água do capote com uma desculpa esfarrapada e inventada à última hora.  Alinho na segunda.

Seja como for, se o Luciano acredita naquilo que diz, então que peça desculpas por, segundo a sua mais recente teoria, ter sido cúmplice com abortos ao apoiar e divulgar a posição defendida neste blogue. Se é coerente, que elimine também o endereço desta página da sua lista de blogues. Ficamos gratos. Nenhum dos autores deste blogue quer proximidade com sites onde são acusados de cumplicidade com abortos, e nos quais se tolera e defende a legalização da matança de crianças.

PS- Antes que alguém me chame taliban por designar criança quem a mulher grávida carrega no ventre, lembro que o próprio Luciano Ayan usa a palavra. Citações:
«...matar um feto que não sente dor, não reage à dor e nem sequer luta por essa sobrevivência (...) a criança, neste caso, não tem sequer luta pela sobrevivência » 
«Eu sou a favor do direito ao aborto para as crianças que estejam em estágios iniciais de gravidez.»
Matar uma criança por ela não ter capacidade de lutar, não justifica, agrava o crime. A posição do Luciano não tem defesa. Ele sabe e admite que o aborto é matar uma criança. A partir daí, tudo o que diz são desculpas abjectas e irracionais. 

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